OBJECTIVE REALITIES

automato.farm
FILE FESTIVAL 2018

automato farm Objective Realities

source:fileorgbr
Conforme as coisas se tornam mais inteligentes e conectadas, seus papéis na vida das pessoas mudam. As coisas estão cada vez mais próximas de nós, eventualmente se tornando outros habitantes em nosso lar. Como entender as necessidades e perspectivas dos objetos conforme convivemos com eles? Como é ser um objeto em uma casa inteligente?
Enquanto designers e empresas que lidam com a astúcia e a inteligência artificial tentam fundir a diferença entre humanos e objetos, criando objetos e máquinas que se assemelham a seres humanos em sua forma e interatividade, decidimos assumir uma abordagem contrária e criar uma experiência aos ‘humanos’ de sentir e atuar como objetos.
“Objective Realities” (ou OR) é uma experiência de realidade virtual (VR) que muda a perspectiva de um ponto de vista humano ao de um objeto. Na ‘OR’ é possível visualizar e atuar em uma casa inteligente com os recursos e as limitações de um objeto específico e ouvir a vibração invisível que acontece entre as coisas interligadas e a casa. “Objective Realities” foi projetada como uma experiência de multijogadores/objetos onde as pessoas assumem uma vida centrada no objeto e interagem entre si, em suas versões objeto,na mesma casa virtual. Depois de “vestir” um dos objetos, o participante vai varrer o chão, como um robô de limpeza, soprar coisas na casa como um ventilador ou passar de uma tomada para outra por fios elétricos. Robôs de limpeza podem se irritar com a bagunça dos Ventiladores, as Tomadas podem decidir ligar e desligar outros objetos para economizar energia e você decidirá se segue ou não as dicas da voz onipresente da Casa Inteligente. Ao assumir as perspectivas de diferentes objetos, o visitante vivencia e ouve três histórias, três pontos de vista desta casa fictícia do futuro.
As estórias apresentadas em FILE são resultado de uma colaboração entre a automato.farm e o escritor de Ficção Científica, Bruce Sterling.
Como mudar a forma de pensar os objetos, uma vez que podemos nos transformar em um deles?

em colaboração com Bruce Sterling
Créditos:
por: automato.farm
roteiro:Bruce Sterling
vozes: Regine Debatty, Jasmina Tesanovic, Bruce Sterling

automato.farm é um projeto coletivo de design e pesquisa com base em Xangai, integrado por Simone Rebaudengo, Matthieu Cherubini, Asad Datta e Lorenzo Romagnoli. No laboratório, o grupo explora as implicações da automação e da inteligência das máquinas, que afetam nosso dia-a-dia com produtos reais e fictícios. O grupo iniciou seu trabalho, como coletivo, em 2015; combinando seus interesses de pesquisa em Ética de Algoritmos, Cibernética, Produtos Conectados e Interação Humano-Robô. Desenvolveram algoritmos éticos para carros que lidam com decisões complexas na estrada, criaram trabalhos futuros como um biproduto de máquinas treináveis, projetaram produtos politicamente tendenciosos, eletrodomésticos auto-vendáveis e dependentes de seu próprio uso, e muito mais. Automato.farm utiliza o design e a tecnologia como forma de aprofundar conhecimentos em algoritmos e comportamentos das máquinas a fim de investigar caixas-pretas complexas e torná-las mais transparentes.
Suas obras são expostas em importantes museus de arte e design e festivais como o Vitra Design Museum, ZKM, Bienal de Viena e no Sydney Museum of Applied Sciences, além de conferências e festivais internacionais como Resonate, NODE e Global Art Forum. Os artistas ensinam sobre a inteligência como novos materiais a serem moldados em universidades de todo o mundo e colaboram com empresas e instituições no pensar sobre o lado escuro e irônico do futuro.
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source:automatofarm
automato.farm consists of Simone Rebaudengo, Matthieu Cherubini, Saurabh Datta and Lorenzo Romagnoli. We combine our pasts in computer science, product design and electrical engineering to work on the fringes of product and interaction design.
Our work focuses on exploring the next evolution of what interaction design might mean.
Bridging and blurring physical and digital interfaces, digging deeper into algorithms and behaviors of products, translating complex black boxes into interfaces and using connectivity and intelligence as new materials to be shaped.
We research and develop future products and interfaces, sometimes real and sometimes fictional.
We collaborate with studios, companies, and institutions to envision what happens when emerging technologies hits reality. We can talk fluently to both people and machines, but we like machines more.
We also teach and talk a lot about machines, mundane appliances, and dogs…with very painful accents.

How does it feel to be an object in a smart home?

As things become smarter and connected, their roles in people’s lives are challenged. Things become closer and closer to us, eventually becoming “users” themselves. How will we understand objects’ needs and perspectives and potentially design for them?

While designers and companies that deal with smartness and artificial intelligence try merge the gap between human and objects by designing objects and machines that resemble more humans in their form and interaction, we decided to take the opposite approach and create an experience for ‘humans’ to get closer to feeling and acting like objects.

Objective Realities is series of VR experiences that change the perspective from a human point of view to the one of an object. In OR you will be able to see and act in a virtual smart home with the capabilities and limitations of a specific object and listen to the invisible chatter that happens between networked things and the home.