ASLAK VIBÆK AND PETER DØSSING

Hitchcock Hallway

source: mundoflaneur

Hitchcock Hallway es una instalación de 11 cuartos hecha por Aslak Vibæk and Peter Døssing (AVPD).

Esta instalación esta en la IKON Gallery de Birmingham.

Las 11 habitaciones están conectadas por puertas y todas se ven iguales. Una sala conduce a la siguiente habitación de aspecto similar que conduce a la habitación siguiente, también similar y así sucesivamente. Las habitaciones no son iguales
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source: avpdnet

Hitchcock Hallway is a series of 11 consecutive rooms. The rooms are connected by doors and they all look alike. One room leads to the next similar looking room which leads to the next similar room and so forth.

The rooms are not alike. When moving into the rooms from the lobby all dimensions of the rooms slightly decreases, this makes the first room 13,21 m3 and the last room 5,26 m3. The change from one room to the next is unrecognizably subtle, but over several rooms it’s distinct.

The title makes reference to director Alfred Hitchcock, whose use of architectural motifs in his films typically enhances the psychological intensity of the narrative. This work has no narrative. It creates a spatial situation where the perceptual judgment between similarity and difference is challenged and the subject’s position in time and space is questioned.
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source: collabcubed

AVPD, a Danish studio created by visual artists Aslak Vibaek and Peter Døssing, unites knowledge from fine arts, architecture, science and the humanities to create works that focus on the perceptual relation between man and space. These installations or spatial works have a fun house quality to them, with their mirrored hallways and infinite doors. The top photo shows their installation aptly named Hitchcock Hallway, while the next five images below are from their Broken View installation where a single corridor appears to become two. The bottom four images are from Diagonal View, which has an equally deceiving hallway.

From AVPD’s website:
We define our spatial works as meta-architectures where the normal perception of the spectator is challenged and displaced and a new experience of space is made possible. In our works, we try to rethink the triangular constellation of the subject, the object and the context. We are interested in how spatial constructions effect the perception of the spectator and how she/he grasps the space in a cognitive, emotional and intellectual way.

Our domain is reality and our artistic praxis is a spatial laboratory.

There are many, many more of these works to be seen on their site as well as videos and plans that explain each one, though I’m quite sure that nothing beats walking through them live.
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source: wikiarqblogspot

O coletivo AVPD que iniciou os trabalhos em 1997 em Copenhagen, Dinamarca, conta com os artistas plásticos Aslak Vibæk ( 1974) e Peter Døssing (1974). E desde lá explora interseções entre linguagens das Artes plásticas, Arquitetura, Ciência e Humanidades num “estranho” tipo de laboratório espacial, que tem enfoque nas percepções da relação do homem com o espaço. Ao que parece coexiste uma relação cênica com o espaço, onde o próprio intervem na natureza humana. Relações estas presentes tanto na Arquitetura como nas Artes Plásticas, onde o homem interage com o espaço e o espaço interage com o homem.

Ambientes virtuais, em três dimensões, provindos de jogos de computador e ficção científica cinematográfica fazem parte da cartela de referência do grupo. Que utiliza estes domínios ficcionais para criar novas atmosferas entre o espaço e o homem. Feito já realizado por Cildo Meireles , Adriana Varejão, Rivane Neuenschwander, Nuno Ramos, Rodrigo Matheus e outros artistas brasileiros contemporâneos ou não, que se aderiram à instalação e às diversas configurações espaciais como linguagem, mesmo na maioria das vezes com uma referência distinta do Coletivo AVPD.

Rivane Neuenschwander – Vista da Exposição – At a Certain Distance – New Museum – NY, 2010

“Estes fenômenos ocorrentes na dimensão do corpo-espaço são normalmente fixados no campo da ficção,
mas nossa aproximação artística se dá em desenhar e transpor estes experimentos de espaços ficcionais
para uma realidade física, com o homem como o objeto experimentador\experimentando deixado à experiência do espaço desconhecido.”
– Texto da proposta do coletivo AVPD

O coletivo denomina esse trabalho com percepções espaciais de Metarquiteturas, e através destas formas
de aproximação cria espaços sensoriais, cujo objetivo é deslocar e desafiar a percepção do espectador,
criando ora espaços ilusórios ora múltiplos espaços, numa tentativa de repensar a relação triangular entre o
subjetivo, o objeto e o contexto, de modo que a percepção cognitiva,emocional e intelectual sobre os
espaços seja alterada de alguma forma.

Exemplo de um destes espaços é o Hitchcock Hallway que remete ao cineasta Anglo-americano Alfred
Hitchcock que utiliza de táticas de espaço para aumentar a tensão de seus longas, principalmente os mais abusivos do plano sequência e para motivo de falsos cortes na edição, que aparecem aqui pela perspectiva perfeita da disposição das portas, escondendo assim o corte de uma para outra (o uso de portas para encerar cenas também é um uso frequente do Diretor, que pega referência no cineasta clássico alemão Ernst Lubithsch).

O espaço em questão não possui narrativa e nele coexistem várias portas em um só corredor, e cada uma dessas portas se abre para um espaço que diminui com a distância para a saída. Ou seja, um corredor de portas e assim várias entradas que dão em uma só saída, alterando assim o julgamento quanto à posição no espaço e sobre a variação dos tamanhos de espaços que por diminuírem de forma sutil acaba confundindo

Outro exemplo de intervenção, que embora seja bem mais conceitual que poético (sensorial), tem um fundamento nas questões dos usosdos materiais e em suas respectivas funções, é o Conceal, onde 113 dechapas de vidro transparente de3mm deexpessura são amontoadas, em frente à uma janela, e assim o vidroque naturalmente é usado paradeixar passar a luz, começa a desconstruir sua função e criar um aspecto de transparência opaca, onde de fora há a sensação do vidro, o reflexo, e seu aspecto padrão, porém não existe transparencia.