marcelo moscheta

marcelo moscheta 4441

source: highlike

Statement: Marcelo Moscheta is an artist based in Campinas, Brazil. As a traveler who looks at the world like the romantics of the 19th Century or the Great Explorers of the Artic, he has made installations, drawings and photographs born from his time in remote locations. Through uncommon materials and techniques his works addresses the notion of ephemerality and mankind’s efforts to understand and recreate physical and geographical aspects found in natural environments. He is interested in the landscape as a representational system from where man can measure his own world. Drawing, printmaking, photography and installations are his main media. Moscheta received his BFA and MFA from the State University of Campinas and was the recipient of numerous grants and awards in Brazil. He has participated in several group shows and recent solo exhibitions in São Paulo, Frankfurt, Lisbon and Milan. His works are included in the collections of museums in Brazil and Belgium and private collections in the U.S.A., Italy, Russia and Latin America. His last artistic residences includes sailing in the High Arctic and walkings in the Atacama Desert, crossing all the border extention between Brazil and Uruguay and in the Galiza region, in Spain as well as Bretagne in France and the Amazon Forest.
Photographer: Marcelo Moscheta
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source: marcelomoschetaartbr

Moscheta é um grande viajante que, desde o início da sua carreira artística, no ano 2000, tem realizado instalações, desenhos e fotografias que nascem de seus deslocamentos por lugares remotos, onde vai juntando objetos que provêm da natureza e que ele reproduz por meio do desenho e da fotografia. Suas obras tentam localizar esses elementos geograficamente, sejam as localizações reais ou ficcionais.

Essa experiência de viajar e conviver em ambientes agrestes despertou seu interesse em retratar, por meio de suas obras, a memória de um lugar, elaborando um procedimento de classificação similar ao arqueológico.

Entretanto, ainda quando suas instalações incorporam e combinam a coleta de elementos com o desenho, a fotografia e a informação registrada, não existe nele um interesse de transformar a experiência em uma viagem de exploração científica, mas, sim, de questionar, por meio da arte, as fronteiras do território, da geografia e da física. Um fio condutor na obra de Moscheta é a grande fascinação que tem pela natureza, assim como a sua disposição aberta à viagem e à experiência da paisagem.

Sua prática não pode ser classificada facilmente; poderíamos dizer que é uma mistura de observação científica e ficcional, land art e práticas orientadas pelo lugar.
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source: galerialeme

As paisagens de Marcelo Moscheta despertam emoções intensas e essenciais, que há muito estão adormecidas em nossa cultura e que, talvez, estejam hoje ameaçadas. Elas estão relacionadas à sensação de sublime dificuldade, ou mesmo impossibilidade, do atual mundo de valores fugazes e imagens digitais. “Latitude” fala da admiração do artista pelas expedições do passado a lugares remotos e inexplorados, hoje um mito, uma vez que o distante tornou-se simplesmente uma possibilidade através de nossa condição digital.

Como ato de resistência, o artista reivindica a laboriosa e paciente tarefa do trabalho manual quando produz seus desenhos. No entanto, pensar nestes como meramente românticos em conteúdo e acadêmicos em técnica exclui completamente seu ponto principal, assim como seu nível de complexidade. Estes desenhos representam paisagens que reconhecemos famosas por serem parte de nossa cultura – como em “Friedrich” – ou que foram inspiradas em imagens de paisagens que circulam na mídia. São, assumidamente, representação da representação, sem lugar na realidade. Fazem mais do que negar seu referente, negam também sua própria mídia.

Quando Marcelo Moscheta se debruça sobre o PVC expandido, ocorre um processo de fixação que, de maneira metafórica, remete à fotografia. Inicialmente, uma espessa camada de pó de grafite é colocada sobre o sensível suporte de plástico sem, contudo, a ele se fixar. A partir daí, o artista usa uma borracha para, cuidadosamente, apagar ou retirar essa camada e uma sombra escura aparece, exatamente como no quarto escuro. Apontando para o processo de produção de fotografia, os desenhos de Marcelo Moscheta, no final, parecem pinturas.

Uma negação final tem lugar quando Marcelo Moscheta atribui um sistema de coordenadas errôneo para suas quietas e silenciosas paisagens. Mais uma vez, sem encontrar correspondência com o mundo real – as coordenadas nos remetem erradamente para o Pólo Sul – os desenhos trazem um sentimento de objetividade, opondo ciência àquilo que, em primeiro lugar, acreditamos ser uma mera representação romântica.

O código de coordenadas da imagem, a imagem como código de cultura e o quadro como um lugar de convenções podem servir para provar que, em nossos dias apressados e virtuais, após um segundo, terceiro, quarto olhar, adiar nosso julgamento pode ser decisivo.
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source: marcelomoschetaartbr

Marcelo Moscheta is an artist based in Campinas, Brazil.

As a traveler who looks at the world like the romantics of the 19th Century or the Great Explorers of the Artic, he has made installations, drawings and photographs born from his time in remote locations.

Through uncommon materials and techniques his works addresses the notion of ephemerality and mankind’s efforts to understand and recreate physical and geographical aspects found in natural environments. He is interested in the landscape as a representational system from where man can measure his own world. Drawing, printmaking, photography and installations are his main media.

Moscheta received his BFA and MFA from the State University of Campinas and was the recipient of numerous grants and awards in Brazil. He has participated in several group shows and recent solo exhibitions in São Paulo, Frankfurt, Lisbon and Milan.

His works are included in the collections of museums in Brazil and Belgium and private collections in the U.S.A., Italy, Russia and Latin America.

His last artistic residences includes sailing in the High Arctic and walkings in the Atacama Desert, crossing all the border extention between Brazil and Uruguay and in the Galiza region, in Spain as well as Bretagne in France and the Amazon Forest.

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source: voltashow

Born 1976 in São José do Rio Preto, Brazil.

Marcelo Moscheta takes simple and ordinary materials and transforms them into lyrical pieces. The materiality of the pieces create their subject matter, as can be seen through: graphite powder on pvc boards that resemble photographs, cotton pieces inside a chocolate acrylic box reminiscent of clouds floating in lights, monotypes made by and drawn onto with carbon paper, backlight installations made of models that appear to be large scale objects such as icebergs produced with ice cubes, mountains made of small stones and powder. Through these uncommon materials and techniques Moscheta explores a wide range of concepts, ranging from notion of ephemerality, time, space, and the relation of humanity to natural landscapes. Marcelo Moscheta has participated in several group shows such as the 7th Biennale International de Gravure Contemporaine de Liége, the XV Cerveira Biennial, Portugal and recent solo exhibitions in Germany and Italy. His work is already in several museums and private collections in USA, Europe, Russia and Latin America. He lives and works in Campinas, Brazil.
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source: artrioartbr

In the work , the 12 light boxes refer directly to the idea of the first map , also made ​​into 12 parts . The division into two hemispheres , north and south , brings images of harsh , arid locations, emptied of human presence and natural elements present in the raw sand, stone, water and ice been shaped in photographs of two unique places on the globe earth : the Svalbard archipelago in the North Pole and the Atacama Desert, visited by the artist.
According to Marcelo , ” This map would rather save a sublime image of a mountain shrouded in mists than to say its exact position . Then again, the photographer / cartographer surrenders to Landscape knowing that their enjoyment is much more pleasurable than numbers and calculations . The idea of using industrial materials and have a certain memory from a previous use , is already a mark on my works , as well as the power wires of the light boxes . With that , I want to show that we build our landscapes , our worlds , our maps . We add any information that we consider necessary as latitude and longitude , altitude , soil types , but we forget that the map is not the territory , mastering it will always be for us men , a greater challenge than we can implement. ”
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source: artishockcl

Moscheta es un artista viajero que concibe sus viajes como una manera de levantar elementos para reconstruir cartografías a través de lugares que no son propios; el va tomando estos pequeños elementos insertos en la naturaleza para crear sus obras por medio de instalaciones, fotografías y dibujos.

En su proceso creativo siempre ha existido el afán por retratar sus desplazamientos por distintos lugares geográficos por medio de la observación y recolección.
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source: ilgiornaleit

Nelle opere di Marcelo Moscheta si ritrova quindi un esplicito apprezzamento per la terra, intesa come territorio e luogo geografico che viene presentato allo spettatore proprio attraverso l’uso della cartografia, della geologia, della geografia e dell’archeologia. Marcelo Moscheta è nato São José do Rio Preto, Brasile nel 1976. Vive e lavora a Campinas, Brasile.