COD.ACT

Coro pêndulo
Pendulum Choir é uma peça coral original para 9 vozes A Cappella e 18 macacos hidráulicos. O coro é constituindo por um corpo vivo e sonoro. Esse corpo se expressa por meio de vários estados físicos. Sua plasticidade varia de acordo com sua sonoridade. Varia entre sons abstratos, sons repetitivos e sons líricos ou narrativos. Os corpos dos cantores e suas vozes brincam com e contra a gravidade. Eles se tocam e se evitam, criando polifonias vocais sutis. Ou, apoiados por sons eletrônicos, rompem sua coesão e explodem em um voo lírico ou se dobram em um ritual obsessivo e sombrio. O órgão viaja da vida à morte em uma alegoria robótica onde a complexidade tecnológica e o lirismo dos corpos em movimento se combinam em uma obra com acentos prometéicos.

JOHNNY MNEMONIC

No filme Johnny Mnemonic, o diretor Robert Longo vai ao limite da ficção científica ao colocar um chip de prodigiosa memória no cérebro do personagem principal, representado por Keanu Reeves. O espectador fica com a nítida sensação de que num futuro próximo a informação estará disponível, transportada de um lugar a outro no cérebro de ciborgues mensageiros. O chip pode transportar uma quantidade quase infinita de dados plugando um pino no orifício de um implante eletrônico colocado bem na região occipital.
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Luciano Berio

Visage
O trabalho eletrônico de Berio data, em grande parte, de sua passagem pelo Studio di Fonologia em Milão. Uma das obras mais influentes que produziu lá foi Thema (Omaggio a Joyce) (1958), baseada na leitura de Cathy berberiana do Ulisses de James Joyce, que pode ser considerada a primeira composição eletroacústica da história da música ocidental feita com voz e elaboração dele por meios tecnológicos. Um trabalho posterior, Visage (1961) vê Berio criando uma linguagem emocional sem palavras cortando e reorganizando uma gravação da voz de Cathy Berberian; portanto, a composição é baseada na carga simbólica e representativa de gestos e inflexões de voz, “de sons inarticulados a sílabas, de risos a lágrimas e canto, de afasia a padrões de inflexão de idiomas específicos: inglês e italiano, hebraico e dialeto napolitano ”

Sam Buxton

Clone Chaise

A Chaise Clone é uma espécie de espreguiçadeira luminosa que possui a forma anatômica de um ser humano, ela possui um detector que é capaz de dizer quando tem alguém sentado nela. A partir desse detector ela interage com o usuário conforme a sua respiração e batimentos cardíacos.Os designers estão cada vez mais integrando tecnologia de ponta com seus projetos para produzirem criações inovadoras. Uma das coisas mais comuns hoje em dia é ver trabalhos que lembram filmes de ficção cientifica, e a Clone Chaise é um ótimo exemplo disso. Ela foi criada pelo designer britânico Sam Buxton que apresentou o seu projeto no Montreal Museum of Fine Arts, ele diz em seu site que essa é apenas a primeira edição da cadeira de seis que ainda estão por vir.
A cadeira consegue detectar quando uma pessoa está sentada nela, e as luzes começam a acender conforme isso acontece. Dessa maneira o coração digital e os pulmões da cadeira começam a funcionar. É como se a cadeira ganhasse a vida quando está junta de um ser humano.
A Clone Chaise tem um design bastante criativo, ela é feito com aço, acrílico e alguns equipamentos eletrônicos para produzir a luz quando a cadeira detecta as pessoas que estão sentadas nela. Essa cadeira mede 600 x 750 x 1.850 milímetros, um tamanho mais do que o suficiente pra maioria dos seres humanos.