Studio Formafantasma

The Stranger Within

Studio Formafantasma

Domestica

Sterling Ruby

Резиний рубль
スターリングルビー
Стерлинг Руби
Στερλίνα Ρουμπίνι
Specter
El monolito naranja fluorescente de Sterling Ruby, SPECTRE, aparece como una aparición en el desierto. La brillante escultura geométrica crea una ilusión óptica discordante, que se asemeja a un compuesto o collage con Photoshop, como si algo se hubiera eliminado o borrado del paisaje. El bloque actúa como un cifrado o sustituto, imitando la forma que podría ser: un contenedor de envío, un búnker militar, un objeto no identificado, un hogar abandonado. La naranja fluorescente se usa tradicionalmente por seguridad, como advertencia. Aquí esa lógica se invierte: un objeto fantasmal, apartado del entorno natural, escondido a plena vista.

Andrea Trimarchi and Simone Farresin

formafantasma
flos

Italian designers Andrea Trimarchi and Simone Farresin make up Amsterdam-based studio Formafantasma. Trimarchi and Farresin met while studying in Florence. They later studied a masters degree at Design Academy Eindhoven, setting up Formafantasma after graduating in 2009. The studio explores issues such as the relationship between tradition and local culture, the significance of objects as cultural conduits, and adopts critical approaches to sustainability.

HERZOG & DE MEURON AND AI WEIWEI

THE SERPENTINE GALLERY PAVILION 2012

Segundo já anunciado pela Serpentine, o pavilhão deste Verão proporcionará uma viagem aos projectos dos anos anteriores. “Seguindo uma abordagem arqueológica, os arquitectos criaram um design que vai inspirar os visitantes a olhar para baixo da superfície do parque assim como a olhar para trás no tempo através dos fantasmas das estruturas antigas”, lia-se no comunicado da galeria londrina, que explicava que através da recuperação dos vestígios de intervenções de outros anos, vão ser construídas doze colunas, uma para cada edição. Apoiarão uma plataforma flutuante, a 1,5 metros acima do chão.

A cortiça surge como o elemento estruturante da obra por ser, segundo a dupla de arquitectos Herzog & de Meuron, um “material natural, com fortes mais-valias aos níveis do tacto e do olfacto, de grande versatilidade, permitindo ser facilmente esculpido, cortado, moldado e formado”.

Em comunicado, António Rios de Amorim, presidente da CA, escreve que esta “é uma oportunidade ímpar de demonstrar ao mundo que a cortiça não é apenas um produto único, criado pela natureza, mas também um material tecnologicamente relevante para o século XXI”. Carlos Jesus não tem dúvidas de que para esta aposta terá contribuído o sucesso do Pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai. “O pavilhão, todo revestido com cortiça, foi um dos mais visitados e acabou premiado”, disse Jesus, explicando que desde então a empresa se tem dedicado também a promover “estas particularidades técnicas”.