NXI GESTATIO: NICOLAS REEVES, DAVID ST-ONGE & GHISLAINE DOTÉ

Paradoxal Sleep
File Festival
O projeto “Paradoxal Sleep” integra uma série de obras na qual grandes cubos robotizados, medindo 2,25 m3, funcionam como estruturas flutuantes usadas como plataformas para vários projetos multimídia e performances. No FILE 2012, a equipe da NXI GESTATIO apresentará um único cubo que irá se mover nos espaços expositivos. O cubo reajustará constantemente sua posição medindo a distância entre as paredes ao redor.

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The “Paradoxal Sleep” project integrates a series of works in which large robotic cubes, measuring 2.25 m3, function as floating structures used as platforms for various multimedia projects and performances. At FILE 2012, the NXI GESTATIO team will present a single cube that will move in the exhibition spaces. The cube will constantly readjust its position by measuring the distance between the surrounding walls.

Jonathan Santana & Xander Smith

Conheça seu criador
Uma performance teatral ao vivo / escultura de luz cinética com drones quadrotor, LEDs, espelhos motorizados e faróis em movimento dançando em uma alegre celebração de balé robótico da tecnoespiritualidade. Explorando UAVs (veículos aéreos não tripulados) semi-autônomos programados por computador como um meio de desviar e desviar a luz e criar esculturas de luz flutuantes dançando ao som da música. Máquinas que tradicionalmente são fornecedores de vigilância e opressão; são artisticamente redefinidos para serem fornecedores de música, dança, alegria, celebração e criatividade.

HERZOG & DE MEURON AND AI WEIWEI

THE SERPENTINE GALLERY PAVILION 2012

Segundo já anunciado pela Serpentine, o pavilhão deste Verão proporcionará uma viagem aos projectos dos anos anteriores. “Seguindo uma abordagem arqueológica, os arquitectos criaram um design que vai inspirar os visitantes a olhar para baixo da superfície do parque assim como a olhar para trás no tempo através dos fantasmas das estruturas antigas”, lia-se no comunicado da galeria londrina, que explicava que através da recuperação dos vestígios de intervenções de outros anos, vão ser construídas doze colunas, uma para cada edição. Apoiarão uma plataforma flutuante, a 1,5 metros acima do chão.

A cortiça surge como o elemento estruturante da obra por ser, segundo a dupla de arquitectos Herzog & de Meuron, um “material natural, com fortes mais-valias aos níveis do tacto e do olfacto, de grande versatilidade, permitindo ser facilmente esculpido, cortado, moldado e formado”.

Em comunicado, António Rios de Amorim, presidente da CA, escreve que esta “é uma oportunidade ímpar de demonstrar ao mundo que a cortiça não é apenas um produto único, criado pela natureza, mas também um material tecnologicamente relevante para o século XXI”. Carlos Jesus não tem dúvidas de que para esta aposta terá contribuído o sucesso do Pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai. “O pavilhão, todo revestido com cortiça, foi um dos mais visitados e acabou premiado”, disse Jesus, explicando que desde então a empresa se tem dedicado também a promover “estas particularidades técnicas”.