elevenplay + rhizomatiks research

fly
Aqui, os drones são usados ​​de forma mais cuidadosa: eles são holofotes robóticos. Reconfigurando continuamente sua posição em torno de um único dançarino humano, o conjunto produz um jogo hipnotizante de sombra e luz.É mais do que um truque legal. Em vez de ter drones no palco apenas por tê-los, o clipe mostra como as máquinas podem ser usadas de maneiras mais sutis e expressivas. Ser capaz de coreografar as três fontes de luz que se movem independentemente em torno de um artista, presumivelmente, permite que você crie todos os tipos de efeitos visuais que você simplesmente não conseguiria de outra forma. No início, os drones piscam suas luzes em sequência, projetando um filme de stop motion nas sombras na parede atrás. Depois disso, eles exploram outras configurações ao redor da dançarina: iluminando-a, escondendo-a e revelando-a novamente em silhueta.

PHILIPPE MÉNARD

COMPAGNIE NON NOVA
P.P.P.

A artista francesa Philippe Ménard discute sexo e identidade através da fusão do gelo no espetáculo “P.P.P” – Position Parallèle au Plancher, que, traduzindo para o português, quer dizer: posição paralela em palco. Uma instalação composta de três refrigeradores grandes, robôs gigantes, malabares e um teto de gelo, que derrete durante a apresentação, serve de cenário para a performance.