STUDIO KIMCHI AND CHIPS

483 linhas
A obra de arte 483 linhas amplia esta imagem de vídeo analógico até que ela tenha 16 metros de largura e, em seguida, dobra essa imagem várias vezes para que ela se encaixe verticalmente no espaço da galeria, adicionando aí oscilações de profundidade na imagem que podem ser ativadas por ‘ajuste’ do vídeo projetado para corresponder a essas ondas. As linhas estritamente organizadas podem ser ilusórias, criando uma arquitetura confusa de horizontes, enquanto o vídeo reproduzido mostra um passado, presente e futuro paralelos.

DOROTHEE GOLZ

Дороти Гольц
A artista Dorothee Golz criou uma série de pinturas digitais através das quais reinventa retratos clássicos em corpos modernos. A coleção de peças híbridas mostram um romper de fronteiras entre a fotografia contemporânea e a pintura a óleo. As obras realizadas completamente em digital são convincentes. Em sua visita ao passado, atribui nova identidade aos olhos enigmáticos presentes nas obras originais.

EVGENY KAZANTSEV

Evgeny Kazantsev é um artista russo. Trabalhando como ilustrador, diretor de arte e designer gráfico, ele desenvolve trabalhos em publicidade, ilustrações e artes conceituais. Evgeny Kazantsev cria ilustrações com um estilo realista, não raramente usando foto-manipulação digital (photoshop) para dar um ar ainda mais real às suas criações. Em duas séries de ilustrações desenvolvidas para uma companhia de seguros, o artista criou imagens que mostram duas facetas do que pode ser o nosso futuro, no melhor estilo ficção científica realista. Em “Past in the Future” (Passado no Futuro), Evgeny Kazantsev imagina como objetos e locais reais de nosso tempo irão se desenvolver no futuro, mostrando, por exemplo, como trens magnéticos voadores irão cortar os ares, como as megalópoles se desenvolverão, como o espaço será explorado para mineração, entre outros. É uma visão otimista do futuro, com toques de ficção científica baseadas na realidade.

PETER COFFIN

פיטר קופין
ピーター·コフィン
Untitled (Line)

O interesse de Coffin na ideia de um “inconsciente coletivo”, em que todos nós compartilhamos um passado e algumas percepções básicas, informa suas reinvenções da realidade.