olafur eliasson

オラファー·エリアソン
اولافور الياسون
奥拉维尔·埃利亚松
אולאפור אליאסון
ОЛАФУР ЭЛИАССОН
water fall versailles
Palácio de Versalhes recebe exposição de artista islandês que conta com uma queda d’água que parece surgir do meio do nada. Componente de uma exposição que propõe alterar as silhuetas do Palácio de Versalhes, a queda d’água do Grand Canal é com certeza a mais impactante. A estrutura amarela é escondida pela corrente de água e as nuvens adjacentes, fazendo com que a queda tenha sua origem incerta, parecendo ter aparecido do nada. O artista islandês Olafur Eliasson é conhecido por seus trabalhos grandiosos que conseguem alterar toda atmosfera explorando a luz, profundidade e sensações.

Chloé Moglia

Horizon
O limbo está no centro da arte de Chloé Moglia. Seja como integrante da Compagnie Rhizome, solo ou em produções conjuntas, a artista está sempre preocupada com a leveza. Em suas performances, que combinam força física e poesia, ela derrota as leis da gravidade e o medo das alturas. Além disso, ocorrem reflexões sobre o tempo, principalmente pela lentidão de seus movimentos. Chloé Moglia transita entre a disposição de arriscar e a busca de sentido e empolga o público ao brincar com o medo da queda. A performance de Chloé Moglia aqui apresentada intitula-se Horizon. O nome desta obra-prima física, criada em 2013 por encomenda do Festival Paris Quartier d’Été, foi escolhido de forma excelente. Horizon é um jogo entre o trapézio e uma estrutura esguia que serve tanto como elemento escultural quanto como elemento de sustentação. Nesta constelação, Moglia cria um espetáculo leve que se encaixa perfeitamente em seu entorno.