highlike

MARIANA MANHAES

Pisca-piscar
Meu trabalho consiste na invenção e construção de engenhocas que são comandadas por vídeos de objetos animados. Os objetos são pinçados do meu cotidiano visual: portas do meu ateliê, bules da cristaleira da sala, taças e jarros da coleção da minha mãe. Todos eles são filmados e seus movimentos enfatizados durante o processo de edição, de maneira a criar gestos caricatos semelhantes ao comportamento humano e animal. A manipulação do tempo do vídeo é determinante para a deformação das imagens, que não se resumem a meras representações do real

GOTTFRIED HAIDER

hidden in plain sight

 

“hidden in plain sight” é uma meditação sobre a natureza da programação de computador. Enquanto um game de computador roda, tanto o jogo quanto o compilador que transforma código legível de programa em código executável de máquina estão sendo compilados. Esse ciclo sem fim e recorrente cria uma miríade de ambientes em 3D de curta duração, que têm o emblema do processo inscrito em suas paredes. O trabalho é basicamente uma peça de software (Quake III Engine modificado, compilador) que roda por conta própria, compilando incessantemente e executando mundos virtuais. Este maquinema é um vídeo gravado de uma dessas interações.

CHEVAUCHÉE NOCTURNE

Les Riches Douaniers
File Festival – Machinima

Dirigido em 2006 a partir de “Shadow of Colossus”, “Chevauchée Nocturne” (Passeio Noturno) mantém apenas as linhas de formas, usando duas cores, preto e amarelo, que permitem a customização extrema do trabalho. Este maquinema também refere-se à realidade, pelo aparecimento de duas reviravoltas silenciosas. A música e o som são muito importantes. Ambos participam do ritmo, criando expectativa, pois todo diálogo é deletado.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Mario Klingemann

The Noise of Art

Mario Klingemann

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

The Noise of Art – Alemanha

 

Dançando pelo Espaço Latente

Mario Klingemann ama dançar — não profissionalmente — mas, sempre que o faz, tenta traduzir sua interpretação do movimento e dos gestos da música para o espaço multidimensional de seu corpo. Trabalhando com os espaços latentes de redes neurais, particularmente com GANs, encontrou um processo paralelo: traduzir som em imagens. A dança torna a música visível por meio do movimento; sua arte tenta fazer o mesmo com inteligência artificial, permitindo que a música molde imagens. As três obras em vídeo apresentadas — Freeda Beast — Bringing Things to an End (GAN generated beta) (2017), The Noise of Art (2020) e Liberation (2020) — são experimentos nessa tradução, cada uma criada de uma só vez por um código escrito por ele, que responde ao ritmo e ao clima das músicas. Bringing Things to an End, provavelmente um dos primeiros videoclipes totalmente gerados por IA no mundo, utiliza um modelo de geração de rostos treinado pelo artista.
Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

 

BIO

Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Mario Klingemann

Liberation

Mario Klingemann

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Liberation – Alemanha

Dançando pelo Espaço Latente

Mario Klingemann ama dançar — não profissionalmente — mas, sempre que o faz, tenta traduzir sua interpretação do movimento e dos gestos da música para o espaço multidimensional de seu corpo. Trabalhando com os espaços latentes de redes neurais, particularmente com GANs, encontrou um processo paralelo: traduzir som em imagens. A dança torna a música visível por meio do movimento; sua arte tenta fazer o mesmo com inteligência artificial, permitindo que a música molde imagens. As três obras em vídeo apresentadas — Freeda Beast — Bringing Things to an End (GAN generated beta) (2017), The Noise of Art (2020) e Liberation (2020) — são experimentos nessa tradução, cada uma criada de uma só vez por um código escrito por ele, que responde ao ritmo e ao clima das músicas. Bringing Things to an End, provavelmente um dos primeiros videoclipes totalmente gerados por IA no mundo, utiliza um modelo de geração de rostos treinado pelo artista.
Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

BIO

Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Mario Klingemann

Freeda Beast

Mario Klingemann

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Freeda Beast – Alemanha

Dançando pelo Espaço Latente

Mario Klingemann ama dançar — não profissionalmente — mas, sempre que o faz, tenta traduzir sua interpretação do movimento e dos gestos da música para o espaço multidimensional de seu corpo. Trabalhando com os espaços latentes de redes neurais, particularmente com GANs, encontrou um processo paralelo: traduzir som em imagens. A dança torna a música visível por meio do movimento; sua arte tenta fazer o mesmo com inteligência artificial, permitindo que a música molde imagens. As três obras em vídeo apresentadas — Freeda Beast — Bringing Things to an End (GAN generated beta) (2017), The Noise of Art (2020) e Liberation (2020) — são experimentos nessa tradução, cada uma criada de uma só vez por um código escrito por ele, que responde ao ritmo e ao clima das músicas. Bringing Things to an End, provavelmente um dos primeiros videoclipes totalmente gerados por IA no mundo, utiliza um modelo de geração de rostos treinado pelo artista.
Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

BIO

Mario Klingemann é um artista e cético com uma mente curiosa. Seu trabalho explora a interseção entre arte e tecnologia, com foco em inteligência artificial, aprendizado profundo e estruturas algorítmicas, investigando continuamente os mecanismos internos tanto das máquinas quanto do processo criativo.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Priscila Nassar Galante Guedes

Desenvolvimento de Moda Digital com IA e 3D

Priscila Nassar Galante Guedes

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Desenvolvimento de Moda Digital com IA e 3D – Brasil

Palestra e workshop sobre Moda Digital com 3D e inteligência artificial, abordando a trajetória de Priscila Nassar, seus conceitos e ferramentas. A proposta é explorar a Moda Digital como um meio de experimentação e criação de narrativas, personagens e arte digital dentro do mercado contemporâneo.

BIO

O trabalho de Priscila Nassar consiste em investigar novas tecnologias e desenvolver narrativas digitais de moda, utilizando recursos como 3D, CGI e experiências XR que envolvem realidade aumentada e virtual. A artista explora constantemente novos softwares e técnicas digitais, buscando expandir os limites da criação no universo da moda e da arte.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Flavia Mazzanti

Beyond My Skin

Flavia Mazzanti

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia – Workshop
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Beyond My Skin – Brasil

Beyond My Skin é um projeto interdisciplinar apresentado na forma de instalação interativa, performance híbrida e experiência em realidade mista (MR), que explora a relação híbrida entre corpos humanos e suas representações digitais por meio do uso experimental de diferentes tecnologias e mídias imersivas. O projeto já foi exibido em diversos espaços, como o Deep Space 8K do Ars Electronica Center (Linz, Áustria).

BIO

Flavia Mazzanti é uma artista multimídia que vive e trabalha entre Viena e São Paulo. Sua obra explora conceitos artístico-filosóficos relacionados a pós-antropocentrismo, entrelaçamento, corpo e identidade, com o interesse de oferecer perspectivas alternativas sobre nós mesmos e nosso entorno. Seus trabalhos têm sido exibidos internacionalmente, incluindo em países como Áustria, Suíça, Alemanha e Japão.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arash Akbari

Gelîm

Arash Akbari

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Gelîm – França

Gelîm é uma obra processual inspirada nos padrões repetitivos frequentemente encontrados em tapetes tradicionais, especialmente do Oriente Médio. A obra utiliza a função de ruído Simplex em 4D e fórmulas matemáticas para gerar padrões em constante evolução.

BIO

Arash Akbari é um artista transdisciplinar de Teerã, Irã. Sua pesquisa investiga a relação entre sistemas artísticos dinâmicos, percepção humana, narrativa não linear e a convergência entre os mundos físico e digital. Seu trabalho abrange os campos de sistemas generativos, design de interação, tecnologias imersivas e processamento em tempo real.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Silvia Ruzanka

Plant Growth Dreams

Silvia Ruzanka

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Plant Growth Dreams – Estados Unidos

Plant-being (ser-planta) é um estado de crescimento perpétuo de estender-se para baixo e para fora, atravessando fronteiras. A computação especulativa inspirada no pensamento vegetal envolve extensão e mistura, operando não por limites rígidos como os portões da lógica, mas por continuidades. A animação usa time-lapse e redes de difusão treinadas com plantas e eletrônicos, formando um sonho especulativo de híbridos vegetal-eletrônicos.

BIO

Silvia Ruzanka é artista e filósofa, atuando com animação, realidade virtual, instalações interativas e jogos experimentais. Seu trabalho foi exibido em festivais, galerias e museus internacionais. É professora assistente no Departamento de Artes e no programa de Artes de Jogos e Simulação do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Vitoria Cribb

 //:Are you observing or being observed?

Vitoria Cribb

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

 //:Are you observing or being observed? – Brasil

Nesse curta-metragem criado para a Bangkok Art Biennale 2022, são explorados temas como vigilância, desvio de atenção, corpos digitais versus presença digital, e os limites entre materialidade e imaterialidade na contemporaneidade. A artista utiliza áudio e animação em CGI para expressar suas sensações e reflexões sobre esses temas. A obra propõe uma reflexão sobre o ato de consumir conteúdos online enquanto somos simultaneamente observados por algoritmos que coletam nossos dados — um jogo entre observar e ser observado. O trabalho encarna essa grande entidade anônima que nos cerca e nos vigia na internet.

BIO

Formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em 2025, participou da 16ª Bienal de Sharjah e da 14ª Bienal do Mercosul. Participações anteriores incluem: a 3ª Bienal Mayrit; a 22ª edição do Videobrasil – Festival SESC de Arte Contemporânea; Frieze Film Seoul 2024; Arteônica, no Museum of Latin American Art; e Shifting Horizons, no Pylon-Hub L.

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Rocio Delaloye

Simulacra

Rocio Delaloye

FILE SÃO PAULO 2025: SYNTHETIKA – Arte e Tecnologia
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

 

Simulacra – Argentina

Simulacra é uma animação em CGI que explora a identidade fragmentada de um ser digital enquanto navega por ambientes virtuais em constante mudança. Através de paisagens corrompidas (glitching) e memórias que se dissolvem, a obra examina a tensão entre conexão e desconexão em um mundo hiper-digital, convidando o público a refletir sobre a fluidez da identidade e os limites entre o real e o artificial.

BIO

Rocío Delaloye, artista de novas mídias nascida na Argentina e radicada em Nova York, explora temas como identidade, desconexão e as fronteiras difusas entre realidade e simulação. Seu trabalho já foi exibido no Museu RISD, no Boston CyberArts e na Fundação Ford. Recebeu os prêmios NYFA IAP e Digital Media Fellowship. É bacharel em Belas Artes pela Universidad Nacional de La Plata e mestre em Belas Artes pelo RISD.

Eva Mattes + Franco Mattes

My Little Big Data
O ensaio em vídeo de 24 minutos My Little Big Data foi realizado em colaboração com o analista de dados Vladan Joler, a quem os artistas entregaram voluntariamente todos os e-mails trocados nos últimos 13 anos (mais de 70.000 e-mails pessoais enviados e recebidos) e vários meses de histórico de navegação.
O vídeo analisa a enorme riqueza de informação que muitas vezes revela detalhes íntimos da vida privada dos dois artistas, como preferências políticas ou culinárias, processos de trabalho, locais visitados ou locais onde viveram, de forma a criar um retrato de extraindo e examinando esses dados pessoais e metadados.

A Writer’s Odyssey

A Writer’s Odyssey

Seis anos após o sequestro de sua filha, um homem é contratado para matar o autor de um romance de fantasia, mas o mundo do romance parece se cruzar com a realidade. No romance, Redmane é o governante de uma aldeia que ele comanda com punho de ferro. Um jovem herói está em uma missão para acabar com o governo de Redmane. De alguma forma, o romance parece estar impactando a vida no mundo real e, portanto, a corporação quer impedir o autor de continuar seu trabalho.

FREDERIK HEYMAN

Formalidade Cerimonial
O trabalho de Frederik Heyman é um ato de equilíbrio que incorpora várias mídias – incluindo vídeo, instalações e fotografia – muitas vezes em um ambiente digitalmente alterado. Em seu trabalho, Heyman explora a memória e a duração, usando fotogrametria e digitalização 3D para retratar e representar a passagem do tempo. As marcas registradas do trabalho de Heyman são mecânicas e tecnológicas: fios, rodas, letreiros LED de rolagem, armações de metal, pinças, lâmpadas industriais, telas e câmeras. Corpos – ao contrário dos humanos – estão sujeitos a uma dinâmica incomum com essas armadilhas tecnológicas. Em Cerimonial Formality (2020), uma contorcionista está presa em uma gaiola de metal enquanto um espectador, preso a fios, observa.

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Zeremonielle Formalität Frederik Heymans Arbeit ist ein Balanceakt, der mehrere Medien einbezieht – darunter Video, Installationen und Fotografie – oft in einer digital veränderten Umgebung. In seiner Arbeit erforscht Heyman Gedächtnis und Dauer, indem er Photogrammetrie und 3D-Digitalisierung verwendet, um den Lauf der Zeit darzustellen und darzustellen. Die Markenzeichen von Heymans Arbeit sind mechanisch und technologisch: Drähte, Räder, scrollende LED-Schilder, Metallrahmen, Pinzetten, Industrielampen, Bildschirme und Kameras. Körper unterliegen bei diesen technologischen Fallstricken – anders als der Mensch – einer ungewöhnlichen Dynamik. In Ceremonial Formality (2020) ist ein Schlangenmensch in einem Metallkäfig gefangen, während ein kabelgebundener Zuschauer zuschaut.

Theo Jansen

STRANDBEEST VOLE
Jansen a récemment compilé une collection de ses œuvres dans la vidéo ci-dessus, qui relate l’évolution de Strandbeest au cours des dernières années. Le montage encapsule des formes antérieures portant des voiles massives, des créatures ressemblant à des chenilles, et maintenant, des créatures ailées qui volent les pieds au-dessus du sol et témoigne du dévouement de l’artiste depuis des décennies à développer des œuvres réalistes.
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STRANDBEEST VOA
Jansen recentemente compilou uma coleção de seus trabalhos que narra a evolução do Strandbeest durante os últimos anos. A montagem encapsula formas anteriores carregando velas maciças, criaturas semelhantes a lagartas e, agora, criaturas aladas que voam pés acima do solo e é uma evidência da dedicação de décadas do artista.

TING-TONG CHANG

Robinson
FILE FESTIVAL
A obra “Robinson” faz parte do corpo de trabalho de Ting-Tong Chang que investiga a história dos autômatos na Europa como meio de explorar visões utópicas. A palavra “autômato” é freqüentemente usada para descrever máquinas que se movem sozinhas, especialmente aquelas que foram feitas para se assemelhar a ações humanas ou animais. Do Pato Digesting de Jacques de Vaucanson (1739) ao Teatro Mecânico de Andreas Jakob Graf Dietrichstein (1752), os autômatos divertiram reis e princesas, ensinaram lições morais aos cidadãos e levantaram questões filosóficas profundas.

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“Robinson” is part of Ting-Tong Chang’s body of work investigating the history of automata in Europe as a means of exploring utopian visions. The word “automaton” is often used to describe machines that move by themselves, especially those that are made to resemble human or animal actions. From Jacques de Vaucanson’s Duck Digesting (1739) to Andreas Jakob Graf Dietrichstein’s Mechanical Theater (1752), automatons entertained kings and princesses, taught moral lessons to citizens, and raised deep philosophical questions.

SHU LEA CHEANG

Avatar do artista
“Para quem não a conhece, Shu Lea Cheang é uma figura da net art e do movimento ciberfeminista que surgiu na década de 1990. Na época, morando em Nova York, ela também era membro ativo do coletivo de vídeo ativista Paper Tiger Television (assim como a cineasta francesa Nathalie Magnan). Desde então, o trabalho de Cheang tem lidado com “questões que incluem sexo, futuro, gênero, ecologia, dinheiro, mídia e comida [para] englobar filme, instalação, trabalho online, processos sociais e intervenção direta nos sistemas sociopolítico, técnico e estético, e os imaginários que os compõem ”. Matthew Fuller

CHRIS BURDEN

Ode a Santos Dumont
Ode a Santos Dumont homenageia a engenhosidade, o otimismo e a persistência da experimentação, do fracasso e da inovação. Inspirada pelo aviador pioneiro brasileiro Alberto Santos-Dumont, amplamente considerado o pai da aviação na França, a escultura cinética de dirigível foi recentemente concluída após uma década de pesquisa e trabalho de Burden.

Liz Deschenes

Galeria 7
Desde o início da década de 1990, Liz Deschenes produziu um corpo singular de trabalho que avançou o potencial material e o escopo crítico da fotografia. Fazendo uso dos aspectos mais elementares do meio, ela recentemente trabalhou sem uma câmera para produzir fotogramas espelhados que refletem nossos movimentos no tempo e no espaço. Sua nova instalação investiga histórias díspares de produção, abstração e exibição de imagens, ao mesmo tempo que responde aos recursos exclusivos do site.

HANS VAN MANEN

Peças polonesas
Neste exuberante trabalho conjunto, o coreógrafo holandês van Manen mostra sua maestria para construir criações deslumbrantes a partir de motivos simples e padrões geométricos. Impulsionados pelos ritmos da partitura de Henryk Górecki, os dançarinos se reúnem e se dispersam em formações em constante mutação que culminam em dois pas de deux sensuais.

OLI SORENSON

Video pistoletto
“O projeto Vídeo Pistoletto me permitiu revisitar as performances de Michelangelo Pistoletto, fundador do movimento Arte Povera, quebrando não espelhos, mas telas de cristal líquido (LCD), usando um martelo e um cinzel. Aqui, os cristais se espalham dos pixels discretos da TV, embora permaneçam parcialmente sensíveis ao sinal de vídeo, para gerar composições orgânicas entre os fragmentos de vidro. Fiel aos princípios da Arte Povera, trabalho com um material tecnológico destinado ao empobrecimento, acompanhando os efeitos da obsolescência planejada. Uma vez danificados, estes são transformados em objetos concretos, como as ferramentas de Heidegger que só se manifestam à nossa consciência uma vez tornadas disfuncionais: as propriedades materiais dessas telas só são perceptíveis depois que eu interrompi sua função de abrir uma janela para o mundo.

Isaac Julien

Ten Thousand Waves
Os trabalhos de Isaac Julien são considerações críticas da globalização e representação. Ele nasceu em 1960 em Londres, onde ainda tem sua base, e se formou em São Petersburgo. Escola de Arte Martins, depois de estudar pintura e cinema. Ele foi reconhecido na década de 1980 por seus documentários poéticos e instalações de vídeo e hoje é um artista e cineasta de renome internacional.

Zaha Hadid

Opus Dubai Hotel
“O Opus segue à risca a principal missão da Omniyat, de tratar cada projeto como se fosse uma obra de arte única e exclusiva,” disse Mahdi Amjad, presidente executivo e CEO da Omniyat. “O projeto de arquitetura transparece a complexidade e criatividade do trabalho da ZHA; expressando uma sensibilidade espacial única, que transcende os limites entre o espaço interior e exterior, entre o cheio e o vazio e o que é opaco e transparente.”

RAY KING

Solar sônico
“Solar sônico” é composto por 14 lentes que ficam suspensas na estrutura externa da cobertura de vidro do terminal. As lentes – uma estrutura de anel de puxar envolta em um lado com vidro defletor de luz holográfico – é graduada e conectada por 20 cabos horizontais tecidos em um padrão toroidal, tensionados e presos a âncoras em ambas as extremidades. Solar sônico é uma de uma série de esculturas cromáticas de King projetadas para interagir com o sol. As lentes holográficas côncavas da escultura são posicionadas de frente para o meridiano sul do sol e são iluminadas à noite. Ray King é um artista que usa os fenômenos naturais da luz e da ótica como meio de arte. Desde 1976 expõe internacionalmente o seu trabalho. Grandes instalações foram comissionadas nos EUA, Europa e Ásia – todas são específicas do local e inspiradas no espaço e na paisagem ao redor.

OLIVIER RATSI – ANTIVJ

Casca de cebola
Baseando-se principalmente na experiência da realidade e nas representações da percepção do espaço, Olivier Ratsi considera a realidade objetiva, o tempo, o espaço e a matéria como noções intangíveis de informação. Seu trabalho consiste em desenhar processos de descontinuidade com essas noções para poder compartilhar com o espectador outro ponto de vista. Através deste processo, Ratsi cria uma ruptura nesta realidade objetiva, alterando nossa percepção da realidade. No entanto, esta ruptura significativa e inquietante é moderada o suficiente para não privar o espectador da sua capacidade subjetiva de reconstrução / reconstituição da realidade, através da sua experiência e da sua própria cultura. o papel de desencadear emoções, que não se destinam apenas a mostrar o que as coisas podem ser de outra forma, mas sim a questionar as suas referências.

DISNEY RESEARCH

Olhar robótico realista e interativo
“Sistema para olhar realista em interações entre humanos e robôs usando um busto humanóide Audio-Animatronics®. Trabalhos anteriores examinando o olhar mútuo entre robôs e humanos enfocaram a implementação técnica. Apresentamos uma arquitetura geral que busca não apenas criar interações de olhar do ponto de vista tecnológico, mas também através das lentes da animação de personagens onde a fidelidade e a credibilidade do movimento são fundamentais; ou seja, procuramos criar uma interação que demonstre a ilusão de vida. É descrito um sistema completo que percebe pessoas no ambiente, identifica pessoas de interesse com base em ações, seleciona um comportamento de olhar apropriado e executa movimentos de alta fidelidade para responder aos estímulos. Usamos mecanismos que imitam comportamentos motores e de atenção análogos aos observados em sistemas biológicos, incluindo habituação de atenção.” Disney Research

ren hang

任航
РЕН ХАНГ
Com suas imagens, o jovem artista, de apenas 30 anos, explora a sexualidade de um jovem chinês desinibido e oprimido por um país onde o controle e a censura são rotineiros. E daí deriva o sentido desta obra: uma provocação assumida e empenhada. Suas imagens teriam a mesma força se fossem tiradas na França? Ren Hang perturba, muitas vezes apontado, ele não quer deixar seu país: “Eu amo meu país, e ser criticado assim me motiva a viver na China ainda mais.” Ele defende a liberdade de criar e viver plenamente sua sexualidade.
Em vez de longos discursos, Ren Hang coloca suas fotos em primeiro plano. Ele não deseja comentá-las, nem mesmo expandir seu trabalho, as imagens são suficientes por si só.
“Não quero falar muito porque não gostaria que as pessoas acreditassem que tenho controle sobre minha visão da fotografia e da vida. »Ren Hang

olafur eliasson

オラファー·エリアソン
اولافور الياسون
奥拉维尔·埃利亚松
אולאפור אליאסון
ОЛАФУР ЭЛИАССОН
water fall versailles
Palácio de Versalhes recebe exposição de artista islandês que conta com uma queda d’água que parece surgir do meio do nada. Componente de uma exposição que propõe alterar as silhuetas do Palácio de Versalhes, a queda d’água do Grand Canal é com certeza a mais impactante. A estrutura amarela é escondida pela corrente de água e as nuvens adjacentes, fazendo com que a queda tenha sua origem incerta, parecendo ter aparecido do nada. O artista islandês Olafur Eliasson é conhecido por seus trabalhos grandiosos que conseguem alterar toda atmosfera explorando a luz, profundidade e sensações.

PLATONOV PAVEL

بافيل بلاتونوف
帕维尔·普拉东诺夫
Павел Платонов

Platonov Pavel é um fotógrafo e designer russo conhecido por suas esculturas. Seus trabalhos são principalmente compostos por objetos tridimensionais utilizando materiais como madeira, metal e espelhos. Também possui séries fotográficas de modelos sendo adornados com mascaras tridimensionais feitas de papel.

CAJSA VON ZEIPEL

O trabalho de Cajsa Von Zeipel decorre de pensamentos sobre o narcisismo e a cultura da juventude; coisas como a cultura pró-ana – anorexia nervosa. Seu trabalho relaciona-se com os fortes desejos de realizar o ‘auto’, não importa a que custo.

Luciano Berio

Visage
O trabalho eletrônico de Berio data, em grande parte, de sua passagem pelo Studio di Fonologia em Milão. Uma das obras mais influentes que produziu lá foi Thema (Omaggio a Joyce) (1958), baseada na leitura de Cathy berberiana do Ulisses de James Joyce, que pode ser considerada a primeira composição eletroacústica da história da música ocidental feita com voz e elaboração dele por meios tecnológicos. Um trabalho posterior, Visage (1961) vê Berio criando uma linguagem emocional sem palavras cortando e reorganizando uma gravação da voz de Cathy Berberian; portanto, a composição é baseada na carga simbólica e representativa de gestos e inflexões de voz, “de sons inarticulados a sílabas, de risos a lágrimas e canto, de afasia a padrões de inflexão de idiomas específicos: inglês e italiano, hebraico e dialeto napolitano ”

The Constitute: Sebastian Piatza & Christian Zoellner

Eyesect
file festival
”Eyesect” é uma constelação interativa vestível que reflete um experimento extracorpóreo de maneiras imersivas. O trabalho permite que os usuários vicenciem seu ambiente sob novos pontos de vista. O mundo, conforme o percebemos na realidade e por meio da mídia, é alinhado com a visão dos seres humanos através de binóculos e estereoscópio. Essa perspectiva onipresente centrada no humano e o debate crítico sobre a tecnologia 3D que só estimula o espaço real e não simula a ânsia por novas propostas visuais foram o ponto de partida para o trabalho em ”Eyesect”

MARIANNE FAITHFULL

THERE IS A GHOST
BOB WILSON

Os retratos em vídeo tomaram forma em 2007, após mais de dois anos de trabalho de Wilson com a VOOM HD Networks […] Eles são repetidos em rotação contínua para não ter um começo e um fim, criando uma obra de arte em quadros. O resultado final no monitor é semelhante ao de uma fotografia. Os “retratos”, que duram de 30 segundos a 20 minutos, parecem imóveis, mas os personagens realmente realizam pequenas ações – um movimento simples, um piscar de olhos, um toque no pé – que ampliam o potencial narrativo do retrato tradicional, aproximando-o da história cinematográfica, sem perder a aura de fixidez icônica que caracteriza o retrato pictórico de todos os tempos.

ZAHA HADID ARCHITECTS

زها حديد
扎哈·哈迪德
זאהה חדיד
ザハ·ハディド
Заха Хадид
Roca London Gallery

“Nosso trabalho imbui a arquitetura com a complexidade e a beleza de formas naturais. Utilizando uma linguagem formal derivada do movimento da água, a Roca London Gallery foi erodida e polida por fluidez; gerando uma sequência de espaços dinâmicos esculpidos a partir desse jogo fascinante entre arquitetura e natureza”.

Los Carpinteros

ロス·テロス
ЛОС-КАРПИНТЕРОС

Los Carpinteiros é um coletivo fundado em 1991 pelos artistas Marco Antonio Castillo Valdes (1971), Dagoberto Rodríguez Sánchez (1969) e Alexandre Jesús Arrechea Zambrano (1970), sendo que o último fez parte do grupo até 2003. Realiza desenhos, esculturas e instalações e discute temas relacionados à arquitetura, ao design e à política, aproximando constantemente arte e sociedade e construindo seus trabalhos de forma inusitada e muitas vezes com humor.

JULIAN OLIVER

朱利安·奥利弗
줄리안 올리버
ג’וליאן אוליבר
ジュリアン・オリバー
Джулиан Оливер
the transparency grenade

Julian Oliver é um artista nascido na Nova Zelândia, desenvolvedor de software livre, professor e escritor ocasional, sediado em Madri, Espanha. Ele apresentou trabalhos e obras de arte em muitos eventos e conferências internacionais sobre arte eletrônica. Julian deu diversos workshops e aulas sobre design de jogos, desenvolvimento artístico de jogos, arquitetura virtual, design de interfaces, realidade aumentada e práticas de desenvolvimento de código aberto em todo o mundo.

Tim Hawkinson

蒂姆·霍金森
ティム·ホーキンソン
تيم هاوكينسون
Cartwheel

Tim Hawkinson (1960-) Nasceu em São Francisco. Graduou-se pela San Jose State University, San Jose. Mestrado pela University of California, Los Angeles. Mais conhecidos por suas complicadas esculturas/instalações misturando engrenagens e sons. Em muito trabalhos usa seu próprio corpo como modelo. Discute música e a passagem do tempo. Participou das Bienais do Whitney Museum e de Veneza. Vive e trabalha em Los Angeles. É representado pela Pace Gallery.

HELEN SOBIRALSKI

Хелен Собиральски
Cockaignesque

A encenação de motivos históricos tem um encanto especial na fotografia, pois as épocas podem ser visualmente ligadas entre si dessa maneira. Helen Sobiralski conta histórias de uma terra de leite e mel em “Cockaignesque”; O título refere-se ao termo em inglês e francês de Cockaigne, Cockaigne ou Cacogne. Sua terra de leite e mel teve origem no estúdio de FH Dortmund. Com imensos trabalhos detalhados, um cenário de palco foi construído e pintado, adereços e roupas adquiridos, modelos adequados procurados. Ela não estava preocupada com a cópia de pinturas históricas, mas com a captação de motivos e símbolos individuais, que frequentemente recebem uma nova acentuação nas fotografias.

EVGENY KAZANTSEV

Evgeny Kazantsev é um artista russo. Trabalhando como ilustrador, diretor de arte e designer gráfico, ele desenvolve trabalhos em publicidade, ilustrações e artes conceituais. Evgeny Kazantsev cria ilustrações com um estilo realista, não raramente usando foto-manipulação digital (photoshop) para dar um ar ainda mais real às suas criações. Em duas séries de ilustrações desenvolvidas para uma companhia de seguros, o artista criou imagens que mostram duas facetas do que pode ser o nosso futuro, no melhor estilo ficção científica realista. Em “Past in the Future” (Passado no Futuro), Evgeny Kazantsev imagina como objetos e locais reais de nosso tempo irão se desenvolver no futuro, mostrando, por exemplo, como trens magnéticos voadores irão cortar os ares, como as megalópoles se desenvolverão, como o espaço será explorado para mineração, entre outros. É uma visão otimista do futuro, com toques de ficção científica baseadas na realidade.

SHAI LANGEN

Shai se define como um artista visual e busca transmitir através de seus projetos a inquietação e o vazio do prazer humano em obras conceituais que contrastam a leveza de um cenário inexistente e a agonia e fragilidade do indivíduo perante os materiais aplicados. Na maioria de suas fotografias – em grande parte feita para a indústria fashion e com o auxílio de outros fotógrafos – o artista é o seu próprio modelo e assume comportamentos hedônicos para concretizar seus trabalhos

AKATRE

Criativo, surreal, por vezes pretensioso e sempre bizarro, estas são algumas das mais relativas características que percebi no trabalho fotografista do francês Akatre. De tendências tão diretas quanto bem humoradas, a técnica de captação de imagens e situações empregada por Akatre misturam-se harmoniosamente entre a simplicidade e a criatividade, estas inerentes à imaginação do fotógrafo, artista plástico e web designer. Com um web site tão inovador em apresentação quanto a proposta do foto ensaio aqui em divulgação, Akatre firmou-se na comunidade artística européia como um ícone em vanguardismo. Sempre presente nos mais influentes meios de divulgação de artes, o francês se faz constante com propostas contemporâneas acondicionadas ao propor à quebra de rotinas e paradigmas de senso comum.

JUM NAKAO

Джум Накао
ジュン·ナカオ
sewing the invisible

Jum Nakao é estilista e diretor de criação, brasileiro e neto de japoneses. Vive na cidade de São Paulo onde se localiza seu ateliê. Inicialmente acreditava que o suporte do seu trabalho poderia ser a eletrônica e a computação, mas abandona esse setor por considerar os estudos extremamente distantes do olhar humano.

PHILLIP TOLEDANO

فيليب توليدانو
菲利普托莱达诺
פיליפ טולדנו
フィリップ·トレダノ
Филипп Толедано

Phillip Toledano é um fotógrafo multicultural desde que nasceu em Londres de uma mãe franco-marroquina e de um pai americano. Segundo ele, as fotografias devem parecer frases inacabadas para deixar espaço para perguntas. Seu método geralmente consiste em uma mistura entre a fotografia e várias instalações preparadas. O trabalho de Phillip Toledano já apareceu em muitos títulos como Vanity Fair, The New York Times, New Yorker, Esquire, GQ, The World, etc.

LISA WILLIAMSON

Лиза Williamson
ليزا ويليامسون
丽莎·威廉姆森
リサ・ウィリアムソン
Club Foot and the Towel

A artista Lisa Williamson, de Los Angeles, tem um trabalho que me fez parar e questionar sobre o processo artístico daquelas peças. É lindo demais o modo como ela incorpora objetos banais transformando-os em pintura e escultura sem que a gente desassocie de suas inspiração inicial.

SHAI LANGEN

Nativo de Amsterdam, Shai Langen é um artista plástico que mistura suas obras a fotografias de maneira peculiar e consistente[…] Na maioria de suas fotografias – em grande parte feita para a indústria fashion e com o auxílio de outros fotógrafos – o artista é o seu próprio modelo e assume comportamentos hedônicos para concretizar seus trabalhos.

BANKSY

班克斯
バンクシー
Бэнкси
Palestina
Banksy é o pseudônimo de um grafiteiro, pintor, ativista político e diretor de cinema inglês. Sua arte de rua satírica e subversiva combina humor negro e graffiti feito com uma distinta técnica de estêncil. Seus trabalhos de comentários sociais e políticos podem ser encontrados em ruas, muros e pontes de cidades por todo o mundo.

ARNO RAFAEL MINKKINEN

O trabalho do fotógrafo Arno Rafael Minkkinen sintetiza vários movimentos e questões da arte contemporânea, principalmente vertentes como a body art, a construção identitária e o nu masculino. Suas imagens relatam uma espécie de jornada épica – representando tanto uma aventura no mundo físico natural e urbano, quanto uma viagem psicológica galgada pelo espírito humano solitário.

Daniel Steegmann Mangrané

Mientras una Flor se Marchita
O trabalho que Steegmann Mangrané se compõe de sutis, poéticas e no entanto cruas experimentações que questionam a relação entre a linguagem e o mundo.Embora principalmente conceitual, suas instalações engajam com a imaginação do espectador e exibem uma forte preocupação com a existência e as características concretas das obras, ativando a linguagem abstrata como um princípio gerador de pensamento, articulador de um significado instável.

PINA BAUSCH

ピナ·バウシュ
翩娜。
פינה באוש
피나
Пина Бауш
بينا باوش
…COMO EL MUSGUITO EN LA PIEDRA, AY SI, SI, SI

Philippine Bausch, mais conhecida como Pina Bausch (Solingen, 27 de julho de 1940 — Wuppertal, 30 de Junho de 2009), foi uma coreógrafa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de balé alemã. Conhecida principalmente por contar histórias enquanto dança, suas coreografias eram baseadas nas experiências de vida dos bailarinos e feitas conjuntamente. Várias delas são relacionadas a cidades de todo o mundo, já que a coreógrafa retirava de suas turnês ideias para seu trabalho.