MUHARREM YILDIRIM AND DAVID TINAPPLE

rotary tumble

Muharrem Yildirim, David Tinapple

source: highlike

Work: “Rotary Tumble” is an experiment in projection mapping onto a moving tangible object. We start with a freely spinning disc that viewers can touch and spin by hand. With an optical rotary encoder the system detects the exact speed, direction, and position of the spinning disc in real-time. This feedback data is used to drive a physics simulation of tumbling shapes which is then projection mapped back onto the spinning disc itself. The tumbling and collisions in the physics simulation are used to create the soundscape. The resulting interactive installation is rather simple at first glance, but upon interacting with it, spinning the wheel, it comes to life. The physics in the simulation are programmed to match the scale and proportions of the physical disc, and feel natural and realistic. The sounds give the basic tumbling shapes a sense of solidity and resonance. The system blends the physical and the digital in a way that the entire mechanism is both input device and screen at the same time.
Photographer: David Tinapple
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source: filefestivalorg

Muharrem Yildirim é graduado em ciência da computação e busca aumentar a interação entre homem e máquina, em vez de desenvolver sistemas mais complexos que as pessoas não conseguem usar de forma eficaz. Quando projeta interações, seu foco é tornar a tecnologia mais próxima das pessoas. Suas obras levam os usuários a experimentarem novos tipos de interações experimentais e mais naturais. Formado no Departamento de Ciência da Computação de Istambul na Universidade Bilgi de Istambul, Turquia, onde continua seu mestrado em Design de Comunicação Visual. Em paralelo, está fazendo doutorado em Artes e Ciências Eletrônicas na Faculdade de Arte, Mídia e Engenharia da Universidade do Arizona como bolsista da Fulbright. Em 2008, passou seis meses na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e estudou no Centro de Visualização e Interação Avançada (CAVI). David Tinapple é engenheiro e artista, que inventa suas próprias ferramentas para captar e explorar imagens, som, vídeo e interação humana. Ele cria sistemas automatizados que coletam e analisam meios de comunicação, ferramentas de desempenho em tempo real, ambientes de vídeo interativos e dispositivos de captação de imagem. Seus objetivos são mostrar as forças em ação ao nosso redor e em nosso interior, explorar nossas suposições sobre o mundo e revelar surpresas ligadas à vida cotidiana. Fez mestrado em Belas Artes na Universidade Carnegie Mellon e atualmente é professor assistente na Escola de Artes, Mídia e Engenharia da Universidade do Arizona.
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source: filefestivalorg

Nesta peça, nossa intenção foi criar um objeto digital interativo fisicamente tangível. Concentramos a atenção no ato físico de girar e derrubar um objeto. Ficamos imaginando quais seriam as implicações do computador saber a posição, rotação e velocidade exatas de um objeto giratório. Se o computador estiver ciente da posição e do movimento de sua tela de projeção/objeto em tempo real, o objeto pode ter sua projeção acuradamente mapeada enquanto gira. Propusemo-nos a criar um codificador óptico rotativo DIY (visto no vídeo), constituído por um padrão de tiras pretas e brancas impressas radialmente que têm uma codificação digital do ângulo de rotação. Utilizamos um padrão de 8 bits, que permite uma resolução de 256 pontos por movimento giratório da roda. Esse padrão óptico é lido por uma webcam padrão e interpretado por um software personalizado, o que permite ler a posição da roda sem usar partes móveis. Ao criar a própria roda, usamos um mecanismo de rolamento especial que se move com pouquíssima fricção, permitindo que a roda gire livre e suavemente durante longos períodos de tempo. Por fim, projetamos na roda uma simulação física de objetos simples “caindo” dentro da roda. Quando um objeto colide com outro, nós acionamos o som sintetizado dessa colisão. À primeira vista, o sistema resultante é bastante simples mas, ao interagir com ele e girando a roda, ele ganha vida. A física parece certa e de acordo com o movimento da roda. A gravidade parece genuinamente natural e os sons parecem dar uma certa solidez e ressonância às formas básicas. A peça tende a atrair as pessoas e pode se tornar hipnótica.
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source: filefestivalorg

Muharrem Yildirim is a computer science graduate who concentrates on enhancing the interaction between human and machine, instead of developing more complex systems which people cannot even use effectively. His focus is bringing technology closer to people by designing interactions. He creates interactive works which make users experience new kinds of experimental and hopefully more natural interactions. He graduated at the Department of Computer Science from Istanbul Bilgi University, Turkey, where he still continues his master’s degree in Visual Communication Design (MFA). In parallel, he is also pursuing his PhD in Media Arts and Sciences in the School of Art, Media & Engineering at Arizona State University as a Fulbright fellow. In 2008 he spent six months in Aarhus University, Denmark, and studied in The Centre for Advanced Visualization and Interaction (CAVI). David Tinapple is an artist and engineer who creates his own tools to capture and explore images, video, sound, and human interaction. He also creates automated systems that collect and analyze media, real-time performance tools, interactive video environments, and image capture devices. His aim is to illuminate the forces at work around us and within us, explore our assumptions about the world, and reveal surprises about everyday life. He completed a master’s degree in Fine Art at Carnegie Mellon University and is currently an assistant professor in the School of Arts, Media and Engineering at Arizona State University.
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source: filefestivalorg

In this piece, we wanted to create a physically tangible, interactive, digital object. We focused our attention on the physical act of spinning or tumbling an object. We wondered what would be the implications of the computer knowing the exact rotation, position and velocity of a spinning object. If the computer is aware of the position and motion of its projection screen/object in real-time, then the object can be accurately projection mapped onto as it spins. We set out to create a DIY optical rotary encoder (seen in the video). This optical encoder is comprised of a pattern of black and white strips printed radially which carry a digital encoding of the rotation angle. We used an 8 bit pattern, which allows for a resolution of 256 points per revolution of the wheel. This optical pattern is read using a standard webcam and interpreted using custom software. This allows us to read the position of the wheel using no moving parts. In creating the wheel itself, we use a special bearing mechanism that moves with very little friction, allowing the wheel to spin freely and very smoothly for long periods of time. Finally we project onto the wheel a physical simulation of simple objects “tumbling” inside the wheel. When an object collides with another object, we trigger the synthesized sound of this collision. The resulting system is quite simple at first glance. But upon interacting with it, and spinning the wheel, it comes to life. The physics feel right, and match the motion of the wheel. Gravity seems natural and honest. And the sounds seem to give the basic shapes a sense of solidity and resonance. The piece tends to attract people and can become hypnotic.