RENE LALOUX

Рене Лалу
gandahar

René Laloux, criou Gandahar, seu último filme de animação. Baseado no romance de Jean-Pierre Andrevon Les Hommes-machines contra Gandahar Esta fascinante animação adulta combina a famosa imaginação de Laloux com a do designer de animação Philippe Caza. “A minha busca começou com um enigma. “Em mil anos, Gandahar foi destruído, e todo o seu povo massacrado. Há mil anos, Gandahar será salvo, e o que não pode ser evitado será.” -Sylvain. Este filme está no planeta Gandahar, onde a paz reina e a pobreza é desconhecida. O estilo de vida utópico é perturbado por relatos de pessoas nas fronteiras periféricas sendo transformadas em pedra. Enviado para investigar, o Príncipe Sylvain (João Shea) cai e é resgatado pelas experiências genéticas deformadas e horrendas que correram mal e deixado para defender-se por si mesmos. Com sua ajuda, Sylvain descobre que a Metamorfose, um cérebro gigante também criado em uma experiência, está tentando destruir Gandahar.
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René Laloux created Gandahar, his last animated film. Based on Jean-Pierre Andrevon’s novel Les Hommes-machines against Gandahar This fascinating adult animation combines Laloux’s famous imagination with that of animation designer Philippe Caza. “My quest began with a riddle. “In a thousand years, Gandahar was destroyed, and all his people slaughtered.

GREG DUNN AND BRIAN EDWARD

Autorreflejado
El Dr. Greg Dunn (artista y neurocientífico) y el Dr. Brian Edwards (artista y físico aplicado) crearon Self Reflected para dilucidar la naturaleza de la conciencia humana, uniendo la conexión entre el misterioso cerebro macroscópico de tres libras y el comportamiento microscópico de las neuronas. Self Reflected ofrece una visión sin precedentes del cerebro en sí mismo, revelando a través de una técnica llamada micrograbados reflectantes el enorme alcance de coreografías neuronales hermosas y delicadamente equilibradas diseñadas para reflejar lo que está ocurriendo en nuestras propias mentes mientras observamos esta obra de arte. Self Reflected fue creado para recordarnos que la máquina más maravillosa del universo conocido está en el centro de nuestro ser y es la raíz de nuestra humanidad compartida.

KARINA SMIGLA-BOBINSKI

KALEIDOSCOPE
Karina Smigla-Bobinski crea dispositivos interactivos que crean efectos visuales asombrosos. Al usar estos objetos, siempre se llega al punto en que los procesos perceptivos, que normalmente se ejecutan completamente en el subconsciente, salen a la superficie y se vuelven tangibles y, por lo tanto, permiten experiencias fascinantes. KALEIDOSKOP funciona como una caja de luz muy grande y completamente accesible. Las tintas cian, magenta y amarilla flotan en su superficie entre varias capas de película de PVC. Estos colores cian, magenta y amarillo (CMY) son producidos íntegramente por nuestro cerebro. El inicio se produce “virtualmente”.

CHRISTOPH DE BOECK

Céu de aço
A topografia íntima do cérebro é disposta em uma grade de 80 placas de teto de aço. O visitante pode experimentar a dinâmica de seu eu cognitivo usando uma interface de EEG, que permite que ele caminhe sob a representação acústica de suas próprias ondas cerebrais. As ressonâncias acumuladas de chapas de aço geram tons penetrantes. A distribuição espacial do impacto e a sobreposição de reverberações criam um espaço sonoro físico para abrigar um fluxo intangível de consciência. ‘Staalhemel’ (‘céu de aço’, 2009) articula a relação contraditória que mantemos com nosso próprio sistema nervoso. O feedback neurológico faz com que o foco cognitivo seja repetidamente interrompido pela representação deste foco. O pensamento concentrado tenta se retratar em um espaço que é remodelado pensando-se quase a cada fração de segundo.

Sitraka Rakotoniaina

Time Conditioning
No seu projeto, tempo é reduzido a um parâmetro que pode ser modulável enquanto dissocia o cérebro do resto da experiência corporal. Em “Time Conditioning”, Raktoniaina cria uma prótese para treinar o braço a operar à velocidade de uma mosca. Enquanto isso supõe uma aceleração dos reflexos, o resultado é o oposto, e os neurônios musculares têm uma experiência em slow motion, fazendo com que corpo e mente experienciem o tempo em dois intervalos diferentes.

JOHNNY MNEMONIC

No filme Johnny Mnemonic, o diretor Robert Longo vai ao limite da ficção científica ao colocar um chip de prodigiosa memória no cérebro do personagem principal, representado por Keanu Reeves. O espectador fica com a nítida sensação de que num futuro próximo a informação estará disponível, transportada de um lugar a outro no cérebro de ciborgues mensageiros. O chip pode transportar uma quantidade quase infinita de dados plugando um pino no orifício de um implante eletrônico colocado bem na região occipital.
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