JENNY MORGAN

摩根珍妮
제니 모건
ジェニーモーガン
Дженни Морган

mother

source: likethespice

Born in Salt Lake City, Utah in 1982, Jenny Morgan was the Valedictorian of her class, graduating the Rocky Mountain College of Art and Design in Colorado with a BFA in 2003. Jenny then went on to finish her MFA at the School of Visual Arts in New York in 2008. She has appeared in solo shows at the Plus Gallery and the Pirate Gallery in Denver, Colorado and participated in group shows in Colorado, Florida and New York City.

In 2006, Jenny recieved the Silver medal for Student Exhibition from the Rocky Mountain College of Art in 2003 and the Gold Medal in 2003 and 2000. Jenny was also named the 2006 Top Representational Artist by the Rocky Mountain News “Top Of The Rockies” and was a finalist for the Outwin Boochever 2006 Portraiture Competition at the National Gallery in Washington D.C. Jenny has appeared in numerous publications including The Denver Post, The Rocky Mountain News, New American Paintings and Westword.

Jenny currently lives and works in NYC.

In the past year Morgan has secured several portraiture commissions for the likes of The New York Times Magazine and New York Magazine, she was also featured on the cover of art ltd. magazine. Jenny Morgan was born in Salt Lake City, Utah in 1982. She had her first solo show in New York at Like the Spice Gallery in January of 2009, and has exhibited nationwide in solo shows at Plus + Gallery and the Pirate Gallery in Denver, Colorado. Ms. Morgan has participated in group shows at Postmasters Gallery, New York, NY; 92Y Tribeca, New York, NY; Millennia Gallery, Orlando, Florida; Columbia University, The LeRoy Neiman Gallery; Smithsonian Institute’s National Portrait Gallery; The Magnificent Basement, London, England; Galleri SE Konst, Falun Sweden; and multiple galleries in Colorado, Florida and New York City.
.
.
.
.
.
.
.
source: mynameisindie

A figura feminina é o motivo que se repete nas telas de Jenny Morgan. Os quadros, da artista norte-americana, descrevem o espaço que existe para além do labirinto representativo do realismo estético. A frieza estilística do hiper-realismo é sobrepujada, através de actos plásticos disruptivos do estatuto normativo da figura realista representada. No entanto em Jenny Morgan está sempre patente uma contenção desses actos disruptivos, não existe nunca uma total expressão desses mesmos actos. A obra de Jenny Morgan desse modo em contraponto à obra plástica de Jenny Saville onde essa expressão se verifica. O corpo representado, nas telas da artista, coloca em evidência uma experiência existencialista do individuo feminino. Os óleos da artista enunciam-se enquanto expressões fenomenológicas do corpo fêmeo. Os corpos representados por Morgan são representações de um espaço de negociações individuais, onde estes se enunciam enquanto produto das tenções identitárias semióticas e materiais. Os corpos, de Morgan, são esquisso na tela da vivência negociada do género feminino. Os actos pictóricos disruptivos são marca, na tela, da realidade transitiva das identidades expressas nos quadros. Essas identidades expressam-se na sua qualidade ficcional, expressada pelo mascaramento das faces dos objectos pictóricos. A existência inacabada, de alguns dos quadros de Jenny Morgan, coloca em evidência a existência dos mesmos no seu carácter de projecto identitário.