KARINA SMIGLA-BOBINSKI

SIMULACRA

KARINA SMIGLA-BOBINSKI  SIMULACRA

source: filebrorg

Abstract:
“SIMULACRA” is an optophysical experimental arrangement. At its heart are four LCD monitor panels, which are assembled in the form of a hollow square, and installed at eye level in the middle of the room. The ensemble appears internally gutted, overgrown and embraced. A tangle of cables and control devices pours out of the middle of the square. All around it several magnifying lenses dangle from chains. The imageless glaring ray of the monitors looks as if the images had fallen out of them. What remains is the essence of the medium: Light.
But the images are still in the screens. It requires only a small visual aid to recognize them. LCD-Monitors require several polarizing films in front and behind the pixel layers to produce visible images. These polarizing films filter the certain vibration directions of the emitting light. One of them is located on the surface of the monitor and can easily be scraped off using solvent and a glass scraper. The stripped monitor doesn’t display any more pictures, but shines with an intense white light.
If you hold a polarizing film, as in “SIMULACRA” in a magnifying glass version, before the monitor, then the function is restored. It is an impressive, wondrous experience when images suddenly appear from the pure white by the mere glance through a seemingly transparent film. But if you turn the lens in front of your eyes, the polarizing structure of the film creates wild color shifts or even complementary negative images.
In the design of video images that run across the screens, Karina Smigla-Bobinski worked skillfully with the effect of an opaque glistening body of light: hands, feet, long black hair pressed against the inside surface of the screens, making them only visible within through the lenses, before disappearing into the white nothingness.
Biography:
Karina Smigla-Bobinski lives and works as a freelance artist in Munich and Berlin. She studied painting and visual communication at the Academy of Fine Arts in Krakow and Munich. She works as an intermedia artist with analog and digital media. She produces and collaborates on projects ranging from interactive to mixed reality art in form of analog interactive installations, kinetic sculptures, in-situ&online;-art-projects, art interventions and multimedia physical theater performances.
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source: filebrorg

Abstract:
“SIMULACRA” é uma disposição experimental optofísica. Em seu âmago estão quatro painéis monitores de LCD, que são montados na forma de um quadrado oco e instalados na altura dos olhos no meio da sala. O conjunto aparenta estar internamente eviscerado, espalhado e envolvido. Um emaranhado de cabos e dispositivos de controle é derramado a partir do meio do quadrado. Ao redor, diversas lentes de aumento estão penduradas em correntes. O raio ofuscante e sem imagens dos monitores dá a impressão de que suas imagens caíram. O que sobra é a essência do meio: Luz.
Mas as imagens estão imóveis nas telas. É necessário apenas um pequeno auxílio visual para reconhecê-las. Os monitores de LCD requerem diversas películas polarizadoras na frente e atrás da camada de pixels para produzir imagens visíveis. Essas películas polarizadoras filtram as tais direções de vibração da luz que é emitida. Uma delas está localizada na superfície do monitor e pode ser facilmente removida usando um solvente e um raspador. O monitor despido não mais apresenta imagens, mas brilha com uma intensa luz branca.
Se você segurar uma película polarizadora, como em “SIMULACRA”, em sua versão de lente de aumento, diante do monitor, então sua função é restaurada. É uma experiência impressionante e maravilhosa quando as imagens repentinamente aparecem do branco puro com o mero vislumbre através de uma película aparentemente transparente. Mas se você virar a lente diante dos seus olhos, a estrutura de polarização da película cria mudanças insanas de cores ou mesmo imagens complementares negativas.
No design das imagens de vídeo que passam pelas telas, Karina Smigla-Bobinski trabalhou habilmente com o efeito de um corpo de luz brilhante e obscuro: mãos, pés, cabelos negros e longos pressionados contra o interior das telas, sendo visíveis apenas através das lentes, antes de desaparecerem no vazio branco.
Biography:
Karina Smigla-Bobinski vive e trabalha como artista freelancer em Munique e Berlim. Estudou pintura e comunicação visual na Academy of Fine Arts em Cracóvia e Munique. Trabalha como artista intermídia, com mídias analógicas e digitais. Produz e colabora em projetos que vão desde a arte de realidade mista à interativa na forma de instalações interativas analógicas, esculturas cinéticas, projetos de arte in-situ e online, intervenções de arte e performances teatrais físicas em multimídia.
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source: smigla-bobinski

Karina Smigla-Bobinski lives and works as a freelance artist in Munich and Berlin in Germany. She studied painting and visual communication at the Academy of Fine Arts in Krakow, Poland and Munich, Germany. She works as an intermedia artist with analogue and digital media. She produces and collaborates on projects ranging from interactive and mixed reality art in form of installations, objects, in-situ&online-art-projects, art interventions and multimedia physical theatre performances, to digital and traditional painting, analogue interactive installations or kinetic sculptures. Since 2013 she is member of TheDreamTeam by DiBari Innovation Design, a unique Associated Studio bringing together architects, artists and designers from all over the world to designs the city of the future, today. She is also an lecturer in the Department of Art and Design at the University of Applied Sciences in Augsburg (Germany).

Her works has been shown in 40 countries on 5 continents at festivals, galleries and museums internationally, including GARAGE Center for Contemporary Culture in Moscow (Russia), ZERO1 Biennial in Silicon Valley (US), FILE Electronic Language International Festival in São Paulo and Rio de Janeiro (Brazil), FACT Foundation for Art and Creative Technology in Liverpool (UK), Busan Biennale (South Korea), GAK – Gesellschaft für Aktuelle Kunst in Bremen (Germany), Bangkok University Gallery (Thailand).

Her collaborative performances has been shown at the Festival Montpellier (France), Festival in Ramallah (Palestine), Grand Théâtre (Luxembourg), Fundação Calouste Gulbenkian Lisbon (Portugal), Festival in Kabul (Afghanistan), GoDown Art Center Nairobi (Kenya), National School of Drama in Delhi (India), Festival Caracas (Venezuela), Fadjr-Festival in Tehran (Iran), Art Festival (South Korea), Haus der Kunst in Munich (Germany), Teatro Sesc in São Paulo (Brazil), Biennale de la danse in Paris (Frankreich), Berliner Festspiele (Germany) and Biennale di Venezia – Arsenale, Venice (Italy).