RICARDO PASSAPORTE

99 problems

source: highlike

Work: Conceptual irony, reducing all the big problems in life, on a small pin.
Image: Photography shoot with a point-and-shoot yashica T4 super.
Photographer: Ricardo Passaporte
.
.
.
.
.
.
.
source: revistaprata

Ricardo Passaporte apresenta uma reflexão, entre o consciente e o inconsciente, sobre vários aspectos da sua vida pessoal. O explícito e físico encobre o lado mais íntimo e pessoal.

O corpo, o objecto, são normalmente utilizados de forma não convencional, interagindo entre si, criando uma relação intrínseca. O autor referencia ironicamente a política, a religião e a sociedade, tornando a identidade individual irrelevante, focando-se na identidade colectiva, no conceito.
Esta viagem pelo (in)consciente do autor assenta em ideias soltas; estando estas ainda à espera de serem agarradas.

BIO
Ricardo Passaporte nasceu no final da década de 80, em Lisboa.
Para além da fotografia, trabalha pintura experimental e colagem.

Actualmente vive e trabalha na Covilhã, cidade onde frequenta o mestrado em Design de Moda
.
.
.
.
.
.
.
.
source: shoutout-magazine

Ricardo Passaporte is 25 portuguese artist. He is working several medias, such as photography, painting, collage and fashion design. His photographic repertoire is not limited to a particular type, sensitivity/error/irony is repeatedly played on his type of photography.
Actually as a painter, he is exploring the paint on carbon paper with fire and glue, creating abstract forms. he uses a street language with a huge preoccupation in the speed of movements.

His work was exposed in magazines like Vice, One Giant Arm, Vrag, Self Publish Be Happy and many others, and in galleries such as Battló House in Barcelona, ONO arte contemporanea in Bolonha and 215 Bowery in N.Y.C.
.
.
.
.
.
.
.
.
source: collateral

Ricardo Passaporte è uno di quei fotografi che quando guardi i suoi scatti alterni stupore a perplessità ma alla fine ti convince su quanto sia sfacciatamente geniale.

Nelle foto di Ricardo risalta immediatamente la capacità di mescolare oggetti del quotidiano, still life, ritratti di parti del corpo ed elementi pop in maniera così originale da rendere riconoscibile ogni suo scatto. Le sue immagini non lasciano nulla al caso e appaiono attentamente composte, studiate a tavolino; la provocazione è un elemento ricorrente, un modo furbo per ricevere l’attenzione di chi guarda le foto.