sou fujimoto architects

L’Arbre Blanc

sou fujimoto architects  L'Arbre Blanc

source: archdaily

As autoridades de Montpellier escolheram o projeto “A Árvore Branca (L’Arbre Blanc) de Sou Fujimoto Architects, Nicolas Laisné Associés e Manal Rachdi Oxo architects como vencedor do concurso “Folie Arquitetônico do século 21”. Inspirada na tradicional vida ao ar livre da cidade e nas propriedades eficientes de uma árvore, a torre de uso misto se “alimentará” dos recursos naturais encontrados no local a medida que se ergue à altura de 17 andares e conecta os novos e antigos distritos de Montpellier.

Da equipe vencedora: A nova torre multiuso chamada L’Arbre Blanc (A Árvore Branca) é projetada para habitação, um restaurante, uma galeria de arte, escritórios, um bar com uma vista panorâmica e uma área comum. Desde a fase de concepção do projeto, os arquitetos foram fortemente inspirados pela tradição de viver ao ar livre de Montpellier. A torre está estrategicamente localizada entre o centro da cidade e os distritos recém-desenvolvidos de Port Marianne e Odysseum, a meio caminho entre a “velha” e a nova Montpellier.

Também está situada no cruzamento de várias vias: o Rio Lez, a rodovia e o caminho de pedestres e ciclistas ao longo das margens de Montpellier. O projeto iniciará com o grande gesto de estender um parque paisagístico ao longo do Lez e alongar o comprimento da Christophe Colomb Place. Tanto as curvas da face leste ao longo da borda quanto as do lado ocidental do Lez são abauladas para criar a perspectiva mais ampla possível. A curvatura serve a dois propósitos porque essa parte da fachada oferece a melhor exposição e melhores vistas, mas não bloqueia a vista para as residências vizinhas.

O edifício foi situado de modo a fundir-se e ao mesmo tempo diferir-se de seu ambiente circundante, adicionando à ele apenas um toque especial. Arqueado como um par de asas, abraçando os contornos do rio Lez até a Avenida Pompignane, a Arbre Blanc foi projetada como uma forma natural, esculpida ao longo do tempo pela água ou pelo vento. Ele imita perfeitamente uma árvore ao remodelar-se para crescer em seu ambiente e ainda, simultaneamente, melhorá-o oferecendo a tão necessária sombra .

Apesar do nome “árvore branca”, isso não significa que ela seja uma torre de marfim. Como uma batida integrante da canção urbana, o edifício está destinado a ser uma construção pública de muitos andares feita para cada alma de Montpellier. Ele irá estender seus membros a todos os cidadãos e visitantes, através do restaurante no térreo e da galeria de arte na cobertura que também servirá como mirante. Esse acesso público fará com que a torre se torne muito mais atraente como uma fonte de orgulho para os moradores de Montpellier e um local de interesse para os turistas.

Além de todas as pessoas, o edifício é também inevitável para os seus habitantes, assim, um espaço comum foi adicionado à área pública onde todos os co-proprietários de qualquer andar poderão ter um visão panorâmica particular. Os espaços nos interiores do apartamentos não conhecem a diferença entre o dentro e fora – você está livre para mover-se através deles instintivamente. As varandas são proporcionais para lhe fazer gravitar em torno do exterior, como folhas desdobrando-se para absorver a luz solar quente e nutritiva.

Ao invés de um apartamento interessante, os futuros moradores irão encontrar um espaço versátil. Cada residente vai selecionar uma configuração (em direção ao oeste de três quartos, ao sudeste de dois quartos, etc) e uma planta a partir de uma lista dos possíveis layouts.

Os arquitetos procuraram incentivar arquitetura de livre escolha, o que eles vêem como tendência para a habitação, onde todo mundo começa com uma “residência suporte” quando compram seu apartamento e não se limitam aos artigos manufaturados, layouts regimentados e espaços inflexíveis. Em vez disso, são dadas possibilidades e espaços interiores modulares que podem ser escolhidos a partir de um catálogo de recursos opcionais e de plantas.

Assim como uma árvore, a torre irá se alimentar dos recursos naturais disponíveis localmente para reduzir drasticamente a energia que necessita. Ela irá elaborar estratégias passivas para oferecer conforto térmico, bem como controlar os impactos ambientais e diminuir as emissões. Um processo dialético ainda não convencional irá passivamente resfriar as unidades com lareiras solares.

Arbre Blanc é o mais alto “Folie” no arsenal arquitetônico de Montpellier e procura tornar-se o ponto focal da cidade, um marco que serve como um farol ou estrela-guia durante a noite em meio ao skyline do urbanismo local.

Uma perspectiva exclusiva sobre a área circundante, um presente para todos os residentes e visitantes da cidade. Um ponto de partida de onde os ramos saem para fora e seus olhos podem absorver tudo: Silhuetas do relevo, o mar aberto, a vista para as terras distantes e para o rico património histórico de Montpellier. Erguido em uma localização central para a cidade, o Arbre Blanc é o próprio símbolo do Mediterrâneo, que tem sido sempre uma encruzilhada, um ponto de encontro entre a Europa, África e Ásia.

Competição: La Folie architecturale de Richter
Premio: Primeiro Lugar
Nome Do Projeto: L’Arbre Blanc (A Árvore Branca)
Arquitetos: Sou Fujimoto Architects, Nicolas Laisné Associés, Manal Rachdi Oxo architects
Localização: Montpellier, França
Arquitetos Responsáveis Do Sou Fujimoto Architects : Sou Fujimoto, Marie de France
Arquitetos Responsáveis Do Nicolas Laisné Associés : Nicolas Laisné, Dimitri Roussel, Lucile Nicosia
Arquitetos Responsáveis Do Manal Rachdi Oxo : Manal Rachdi, Vincent Imfeld
Desenvolvimento: Promeo Patrimoine Gilbert Ganivenq, Cyrill Meynadier Evolis Promotion Francis Lamazère, Alain Gillet Surface
Engenheiro Estrutural: Andre Verdier
Engenheiro Ambiental: Frank Boutte Consultants
Paisagista: Bassinet Turquin Paysage
Projeto Iluminotécnico: Odile Soudant
Fiscalização: SOCOTEC, Casso & Associes
Imagens: RSI studio, Manal Rachdi OXO architectes, Nicolas Laisné Associés
Área: 10225.0 m²
Fotografias: RSI-studio
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source: designboom

it has been announced that sou fujimoto has been chosen to construct the second architectural folly of the 21st century in montpellier, france. the winning multidisciplinary team also includes french practices nicolas laisné associés (NL*A) and manal rachdi oxo architects.

the 17-storey mixed-use tower will accommodate residential units, office space, an art gallery, restaurant and a panoramic bar. a cross-cultural endeavor, the scheme embodies today’s montpellier, with an integration of japanese and mediterranean styles. the structure is strategically located between the city center and the newly developed districts of port marianne and odysseum, midway between the old and new districts of the town.

named the ‘white tree’, or ‘arbre blanc’, the 10,000 square meter structure grows organically out of the ground, with a natural form that appears to have been sculpted over time. the scheme’s various branches also provide selected areas of shade for adjacent properties. each of the highrise’s residents will select a preferred floor plan from a list of possible layouts, encouraging ‘free choice architecture’ with a series of modular spaces.

dominating the skyline, the building features dense yet permeable peripheries where divisions between internal and external space are blurred. influenced by the city’s fondness for outdoor living, balconies gravitate toward the exterior, like leaves fanning out to absorb sunlight. a generous provision of vegetation sees hanging gardens, plants and trees positioned throughout the residential units, imagined as a vertical garden. the tower devises passive strategies throughout its design in order to ensure a comfortable and livable environment that feeds off locally available resources.
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source: plataformaarquitecturacl
La ciudad de Montpellier ha elegido el proyecto “Árbol Blanco (L’Arbre Blanc)” de Sou Fujimoto Architects, Nicolas Laisné Associés y Manal Rachdi Oxo Architects como ganador del concurso de arquitectura “Folie Arquitectónico del siglo 21”. Inspirados por la tradición de la ciudad de la vida al aire libre y las propiedades eficientes de un árbol, la torre residencial de uso mixto se abastecerá de los recursos naturales locales disponibles, al tiempo que se eleva 17 pisos y conecta a los nuevos y antiguos barrios de Montpellier.

Del equipo ganador: La nueva torre multiusos llamada L’Arbre Blanc (El Árbol Blanco) está diseñada para vivienda, un restaurante, una galería de arte, oficinas, un bar con vistas panorámicas y una zona común. Desde la fase conceptual del proyecto, los arquitectos estuvieron fuertemente inspirados por la tradición de Montpellier de vida al aire libre. La torre está situada estratégicamente entre el centro de la ciudad y los distritos de reciente desarrollo de Puerto Marianne y Odysseum, a medio camino entre la “vieja” y la nueva Montpellier.

Además, se encuentra en la cruce de varias vías: el río Lez, la autopista y el camino peatonal / ciclista a lo largo de las orillas del octroi de Montpellier, o concesión de tierras. El proyecto se iniciará con un gran gesto de extender un parque ajardinado a lo largo del Lez y extender la longitud de la plaza Christophe Colomb. La fachada hacia el este se curva a lo largo del borde de la rotonda, mientras que el lado occidental hacia el Lez es convexa para crear el panorama más amplio posible. La curvatura tiene dos propósitos, dado que esta parte de la fachada ofrece la mejor exposición y vista, pero no bloquea la vista de las viviendas vecinas.

El edificio está dispuesto con la intención de fundirse con y diferir hacia su entorno, sin embargo, le da el toque justo añadido. Arqueado como un par de alas que abrazan los contornos del río Lez hasta la Avenida Pompignane, Arbre Blanc fue intencionado como una forma natural tallada o esculpida en el tiempo por el agua o el viento. Imita perfectamente un árbol que se da forma para crecer en su entorno, pero al mismo tiempo lo mejora al ofrecer la tan necesaria sombra.

A pesar del nombre “árbol blanco”, el edificio no es, de ninguna manera, una torre de marfil. Un latido integral a la canción urbana, el edificio está destinado como un rascacielos público construido para todos en Montpellier. El edificio extenderá sus extremidades para todos los vecinos y visitantes de la ciudad, desde el restaurante y la galería de arte en la planta baja, hasta la barra en el penthouse que sirve de mirador. Este pasaje alcanzable hará que la torre sea mucho más atractiva como una fuente de orgullo para los ciudadanos de Montpellier, y un punto de interés para los turistas.

De todas las personas, el edificio es inevitable para sus habitantes, por lo que un espacio común se ha añadido a la barra pública, donde todos los copropietarios de cualquier piso pueden tener una muestra privada de la vista panorámica. Los espacios en los pisos no conocen la diferencia entre dentro y fuera – uno es libre de moverse a través de ellos por instinto. Los balcones están proporcionados para hacer gravitar a uno hacia el aire libre, como las hojas de un árbol en abanico para absorber la luz del sol caliente y nutritiva.

En vez de un piso interesante, los residentes futuros encontrarán un espacio versátil. Cada residente podrá seleccionar una opción (tres habitaciones con vista al oeste, dos habitaciones con vista al sudeste, etc) y una planta preferida de una lista de disposiciones posibles.

Los arquitectos buscaron incentivar la arquitectura de elección libre, la cual ellos ven como la tendencia de vivienda del futuro, donde todos empiezan con un “bono de vivienda” al comprar su piso, y no están confinados a artículos manufacturados, disposiciones regimentadas, espacios apretados. En vez, se les da posibilidades, espacios interiores modulares que pueden elegir de un catálogo de características y plantas opcionales.

Al igual que un árbol, la torre se abastecerá de recursos naturales locales disponibles para reducir su consumo energético drástricamente. Se diseñarán estrategias pasivas para inducir la comodidad y uso, así como para controlar impactos ambientales y reducir emisiones. Un proceso poco convencional pero dialéctico enfriará pasivamente las unidades con chimeneas solares.

Arbre Blanc es el “Folie” más alto en el arsenal arquitectónico de Montpellier y busca convertirse en el punto focal de la ciudad, un punto de referencia que sirve como un faro o estrella que guía en la noche en medio del horizonte urbano regional.

Un mirador exclusivo hacia la zona de los alrededores, un regalo para todos los residentes y visitantes de la ciudad. Un punto de partida desde donde la vista se expande y los ojos pueden absorber todo: las siluetas del terreno, el mar abierto, el anhelo de tierras lejanas que crea, y el rico patrimonio histórico de Montpellier. Erigido en una zona crucial para la ciudad, en su núcleo Arbre Blanc es el símbolo mismo del Mediterráneo, el ‘mar en medio de la tierra’, que ha sido siempre un cruce, un punto de encuentro entre Europa, África y Asia.
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source: parismatch

C’était l’objet du concours architectural lancé par la Ville de Montpellier. Le but : renouveler le patrimoine urbain, à base d’ouvrages innovants et durables. Salué pour ses travaux visionnaires, le Japonais Sou Fujimoto a planché sur le sujet avec deux architectes français, Nicolas Laisné et Manal Rachdi. Ainsi a émergé le projet lauréat : ce singulier Arbre blanc de 56 mètres de hauteur. Un programme mixte avec logements, bureaux, restaurant, galerie d’art et espace panoramique de 670 mètres carrés au sommet. Symbolique de l’œuvre du créateur nippon, l’édifice puise sa singularité dans la nature et sans jamais occulter l’environnement. A Montpellier, les gens vivent dehors. Telles des branches, les balcons vont jusqu’à doubler la surface des appartements. L’idée : abolir les frontières entre intérieur et extérieur. Un défi à la fois esthétique et technique, conçu comme des jardins suspendus protégés par des auvents en lamelles orientables. Dans son métabolisme, l’Arbre blanc se veut aussi brut que novateur. Une approche développée par Sou Fujimoto sous le nom de « futur primitif », le titre de son livre-manifeste publié en 2008*. Un best-seller qui pose les fondations de l’architecture de demain.

Les points forts de l’Arbre blanc

Autorégulation Lumière, chaleur, aération, humidité, fraîcheur… L’Arbre blanc mise sur les ressources naturelles et son ergonomie unique pour optimiser ses performances énergétiques.

Ouverture Au-delà de ses multiples balcons, le bâtiment compte de nombreux espaces extérieurs. son toit panoramique, doté d’un bar et d’un jardin partagé, ofre une vue imprenable sur la ville.

Mixité Pour ses créateurs, l’idée n’était pas de concevoir une « tour d’ivoire » réservée à ses seuls habitants. d’où l’intégration d’espaces publics (restaurant, galerie d’art…) accessibles à tous.

Flexibilité suivant les préceptes de sou Fujimoto, pas question d’imposer un standard à ses futurs occupants. Libre à eux de composer leur espace (modulable) pour mieux se l’approprier.
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source: newparkculture

Администрация французского города Монпелье провела конкурс на проект жилого дома Architectural Folie of the 21st Century, победителем которого стала группа архитекторов из Японии и Франции под руководством Соу Фудзимото (Sou Fujimoto). Командапредставила необычный проект Arbre Blanc (Белое дерево) — жилой дом, напоминающий по форме крону дерева.

При создании Arbre Blanc проектировщики (японское бюро Sou Fujimoto Architects и французские Nicolas Laisné Associés и Manal Rachdi Oxo) учитывали пограничное расположение дома между историческим и культурным центром города и модными спальными районами Порт-Марианн и Одиссеум, близость реки Лез и традиции застроек юга Франции. Большое внимание там уделяется свету, воздуху и простору; именно поэтому Arbre Blanc задумана в абсолютно белом цвете, с большим количеством панорамных окон и огромных балконов. Проектировка балконов-террас создавалась так, чтобы добиться хорошего проникновения солнечного света и прекрасного освещения даже на самых нижних этажах.

В Arbre Blanc будут расположены 17 жилых этажей, несколько ресторанов, бар, художественная галерея. На крыше здания разместятся общий для всех жильцов сад и смотровая площадка для туристов. Высота дома составит 56 м, общая площадь — 10 тыс. кв. м.

Проект будет использовать солнечную энергию по «пассивной» схеме, предусмотрены также внешние регулируемые жалюзи и система сбора и использования дождевой воды. Начало строительства жилого комплекса Arbre Blanc запланировано на 2015 год, а его завершение — на 2017-й.
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source: architbang

藤本壮介(sou fujimoto)事务所近日发布了一座位于法国城市蒙彼利埃 (Montpellier)的高层集合住宅项目的方案。项目名为Arbre Blanc,意为白树( White Tree),塔楼共17层,阳台疯狂地向外发芽象征着努力捕捉阳光的树叶,整个建筑看上去就像一个巨大的松果。

120户家庭朝向各不相同,客户可以根据个人情况选择。起居室尽量大地面向阳台,符合当地的生活习惯。塔楼的其他空间还包含一些画廊,餐厅,全景酒吧以及办公等配套公共设施。

白色建筑上从底部到顶部探出了众多“疯狂”的阳台,这些阳台就像是密密麻麻生长在树木的枝条,为此建筑算得上是一颗白色巨树。

建筑将吸引城市居民,因此建筑开设公共空间–酒吧,任何人都能到达建筑顶层品味那美妙的风光。日本文化与地中海文化相互融合后淋漓精致的
体现在这棵白色巨树之上–内与外的模糊,密集与开放共存,独特与功能化和谐,这些特质无处不在。精心布置的空中花园几乎占住宅一半的使用面
积,这里将是植物,休闲桌椅与储物的空间,也是一个被温暖阳光滋养的空间。公寓主要有朝西的三居室和朝东南的两居室,而这些居室的布局是可
以由住户自定义修改的,因为这是未来多样化居住的趋势,人人都不一样!
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source: gigalolpl

Ten ciekawy i dość oryginalny projekt nosi nazwę ‘Arbre Blanc’ (białe drzewo). Posiada siedemnaście pięter, a zaprojektowany jest tak, aby swoim wyglądem przypominał właśnie kształt drzewa. Budynek znajdować się będzie we Francji i znajdować się mają w nim nie tylko mieszkania, ale także biura, bar oraz restauracja. ‘Białe drzewo’ zostało zaprojektowane przy współpracy Nicolasa Laisné Associés, Sou Fujimoto, i Oxo architects.
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source: alpazarinfo
Arkitekti japonez Sou Fujimoto ka projektuar një grataçelë në Montpelie të Francës, e cila do të ketë një formë shumë të veçantë: atë të pemës.
Në një intervistë lidhur me projektin, Fujimoto thotë se format më të mira për t’i dhënë projekteve të arkitekturës mund të gjenden vetëm në natyrë.
Ndërtesa do të ketë 17 kate dhe çdo hapësirë e banuar do të ketë në dispozicion më shumë se një ballkon. Sekuenca e vendosjes së ballkonëve do të krijojë efektin e degëve në grataçelën-pemë.
Arkitekti Fujimoto insiston të saktësojë se çdo ambjent i ndërtesës, që do të ngrihet larg strukturave të zakonshme urbane, do të furnizohet me dritë natyrale.
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source: ideaigo

Arbre Blanc (White Tree) แปลว่า ต้นไม้สีขาว เป็นชื่ออาคารสูง 17 ชั้น ที่กำลังจะก่อสร้างขึ้นในเมืองมงต์เปอลิเยร์ ทางตอนใต้ของประเทศฝรั่งเศส โดยอาคารรูปทรงแปลกตานี้เกิดขึ้นจากความมุ่งมั่นและความตั้งใจที่จะแสดงให้เห็นถึงความทันสมัยที่เหมาะกับศตวรรษที่ 21 ซึ่งเป็นผลงานการออกแบบของบริษัทสถาปัตยกรรมสัญชาติญี่ปุ่น Sou Fujimoto ที่นำกลิ่นอายของความเป็นญี่ปุ่นและเมอดิเตอร์เรเนียนมาผสมผสานกันได้อย่างลงตัว บนพื้นที่ขนาด 10,225 ตารางเมตร ประกอบไปด้วยที่อยู่อาศัยที่มีระเบียงกว้างขวางหลอมรวมบรรยากาศภายในและภายนอกเป็นอันหนึ่งอันเดียวกัน นอกจากนั้นยังมีพื้นที่ในส่วนของสำนักงาน ห้องจัดแสดงผลงานศิลปะร้านอาหาร และบาร์ ที่สามารถนั่งชมทิวทัศน์ของทะเลและภูเขาโดยรอบอย่างรื่นรมย์