Undercurrent architects

Leaf House Sydney

Undercurrent architects

source: highlike

Work: Leaf House, Sydney: inside and in-the-garden at the same time
Photographer: Hugh Rutherford
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source: architecturenewsplus

Leaf House is building that allows users to be inside and in-the-garden at the same time. It is a self contained cottage forming part of a coastal residence in Sydney; a Pavilion for experiencing Nature. The building integrates the environment and reflects qualities of the landscape: its canopy structure blends into the foliage; its podium base shapes the terrain. The design is characterised by curved copper roof shells resembling fallen leaves and a vine-like structural system channelling dynamic growth inside. Daylight filters through porous roof shells onto a podium deck and the open plan living areas. Views and reflections subtly modulate the surrounding garden through an enclosure of moulded glass. Private spaces offer introspection inside the sandstone podium buried in the terrain. The project entailed design and building roles as methods were improvised to achieve high technical complexity within cost constraints.
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source: inhabitat

It’s clear that the Leaf House’s roof is inspired by nature, and the reference to plants continues inside the home where a vine-like structural system “grows.” “The design draws imagery from nature and expresses this through the structure, creating links between the interior and exterior,” says Undercurrent of their design. “The building location is viewed and experienced in the round; from all sides, above and below. The design is therefore unique from every aspect, constantly changing in relation to the surroundings.”

The house incorporates many environmental principles such as a passive heating/cooling system and low energy lighting, appliance and power systems. Rainwater retention techniques are also used and many of the materials that make up the house were site-sourced. “[The house] combines these sound environmental design principles with both high & low-tech material applications, to produce a building that is harmonious, responsive and engages the environment,” say Undercurrent of their fetching green home.
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source: e-architect

Leaf house is located in a garden setting surrounded by rugged bush, on an escarpment overlooking a beach on the Pacific Ocean coast. The building aims to match the exceptional beauty of its site, integrating architecture and landscape to provide inhabitants with the experience of being both inside and in-the-environment at the same time.
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source: architecturelinked

There is something I find so exquisitely graceful about trees and leaves. I’m drawn to them, and I’m drawn to everything that resembles them. Leaf House is a pavilion for a private residence in northern Sydney, Australia. A design by the London-based firm Undercurrent Architects, the Leaf House engages its surrounding vegetation and terrain. The roof is formed by giant overlapping leaf shapes, held up by twisting , trunk-like steel beams. A curving sheet of molded glass winds around and encloses the space while still allowing panoramic views. Beneath the sandstone floor, private rooms allow more complete escape from the heat of the sun.
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source: enlacearquitectura

En Sydney, Australia, una casa asemeja a las hojas caídas de los árboles. Los muros de la casa están hechos con paneles de vidrio, lo que les permite integrarse a su entorno natural. Como parte de su diseño, un tronco con ramas hecho de metal que soporta a las hojas. Es interesante que es un edificio enterrado, que da a la vivienda cierta privacidad en algunas áreas y la convierte en un lugar habitable.
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source: novinkycz

Stavba, kterou lze najít v australském Sydney, je zahloubena do svahu, přičemž na úrovni zahrady je jen vrchní patro s prosklenými stěnami zakryté mírně se svažující střechou složenou ze vzájemně se překrývajících dílců. Jako střešní krytina byl použit vlnitý měděný plech evokující zároveň i dojem zvlněné vodní hladiny, čímž architekti poukazují i na nedaleký oceán. Podle autorů návrhu je stavba ztělesněním tradičního japonského haiku (kratičká třířádková báseň s přírodní tematikou – pozn. red.). Mezírky mezi jednotlivými „listy“ prosvětlují prostor pod zastřešením a zároveň, díky kaskádovitému uspořádání vrchního patra, odkrývají i několik výhledů ven. Střecha je posazena na zdánlivé změti sloupků a trubek. Zatímco někomu připomínají stromy s propletenými větvemi, jinému mohou připadat jako provazce hustého deště.

Dům má výrazně odlišenou veřejnou a intimní zónu. Vrchní patro, kde se v maximální míře prolíná exteriér s interiérem, je pojato jako otevřený prostor s obývací, jídelní a kuchyňskou zónou. Spodní část domu, která je nápadně tmavší a před světem téměř uzavřená, v sobě ukrývá ložnici, soukromé pokoje a knihovnu. Projekt zahrnoval nejen návrh stavby, ale také její realizaci. Vzhledem k naprosto atypickému tvaru bylo třeba vytvořit nové formy na výrobu skleněných a ocelových dílů. Boční skla byla vyrobena pouze z jediné formy, přičemž různorodého vzhledu je dosaženo pouze jejich přetáčením. Střešní panely pak byly vytvořeny ze dvou forem. Jednotlivé segmenty ocelové konstrukce nechali architekti vyrobit s velkou, pro stavební ocel zcela nezvyklou tolerancí, aby je bylo možné na místě rychle ručně sestavit do požadovaného celku. Výsledkem je na pohled složitá stavba, kterou ale díky promyšlené přípravě zvládl dát dohromady jen malý tým dělníků.
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source: layart

Projeto na Austrália usa conceitos, tecnologia e materiais que o incorporam de forma harmoniosa ao ambiente. Dlineado por formas orgânicas e inspirado pelas forças da natureza, o projeto é descrito por seus autores como uma ode à selvagem paisagem australiana. O principal objetivo a guiá-los, dizem eles, foi encontrar uma forma perfeita de permitir que seus usuários se sentissem ao mesmo tempo do lado de dentro e de fora, imersos na natureza. Assim nasceu a Leaf House, uma construção aparentemente simples a um primeiro olhar, mas capaz de revelar muitas nuances conceituais e complexidades construtivas e estruturais quando observada de forma mais atenta. “Em cada detalhe, a casa revela o desejo de se estabelecer como uma arquitetura integrada com seu meio, e isso se expressa através de seus elementos estruturais, que criam conexões diretas entre os ambientes externos e internos”, descrevem os responsáveis pelo projeto, do escritório londrino Undercurrent Architects.

Comprometidos com um processo de contínua ruptura com as barreiras da arquitetura convencional, os autores da Leaf House a conceberam como uma espécie de pavilhão erguido sobre um bloco de pedra, integralmente fechado com vidros curvos em suas laterais e recoberto por telhas onduladas de cobre. Trata-se de uma espécie de cabana separada da casa principal, um espaço reservado e isolado, pertencente a uma residência costeira em Sydney, construída especialmente para, nas palavras de seus autores, “degustar a natureza”. “A construção ergue-se em plena harmonia com as características naturais de sua bela localização, mudando constantemente seus formatos e contornos em relação ao entorno e desenvolvendo uma presença única sob múltiplos aspectos”, afirma o arquiteto Didier Ryan, membro da equipe à frente do projeto.

Conceitos como “integração”, “reaproveitamento”, “estrutura orgânica”, “diálogo com a natureza”, “múltiplas perspectivas” e “construção artesanal” nortearam a equipe do Undercurrent na concepção da Leaf House. “Não somente do ponto de vista estético, mas também em seus recursos e materiais a Leaf House incorpora princípios ambientais diversos, incluindo um sistema sustentável de aquecimento e arrefecimento, iluminação de baixo consumo, técnicas de captação de água da chuva e reaproveitamento de materiais coletados no próprio local”, continua Ryan. “Ele combina e sintetiza aplicações de materiais de alta e baixa tecnologia, para resultar em uma edifícação harmoniosa, envolvente e plenamente integrada ao meio ambiente.”

Superfícies curvas e envidraçadas acompanham as formas orgânicas de todos os elementos estruturais

Os materiais foram selecionados de modo a se misturarem com a paisagem, exercendo a função de camuflar a construção e incorporar as características do cenário ao redor. “O telhado simula a copa das árvores, e suas formas foram inspiradas pelas características das folhas, trazendo luz difusa para o interior. Além disso, vista de cima a cobertura faz referência aos padrões do fundo do oceano”, afirma Ryan. “Por sua vez, o chão de pedra foi construído como uma continuação do terreno ao redor, assumindo o mesmo formato.”

Para as estruturas de suporte a escolha do material recaiu sobre canos de aço que, retorcidos por um processo semi-artesanal, assumem formas sinuosas, fazendo alusão aos troncos e galhos das árvores. “Aqui também optamos por manter o padrão irregular e orgânico que molda toda a construção”, diz Ryan. “Essa característica maleável do aço favoreceu o conceito de trazer o meio externo para dentro, enfatizando o objetivo central do projeto de ser um ambiente interno e um jardim ao mesmo tempo.”

Assim como todos os seus outros elementos estruturais, as paredes envidraçadas que encerram a Leaf House foram projetadas de modo a seguir a linguagem das formas orgânicas e fluidas. Por isso os arquitetos fizeram questão de instalar chapas de vidro curvadas por um sistema especial, em que puderam assumir formas diversas e despadronizadas. “A fluidez característica do aço é ecoada pelo fechamento envidraçado” , comenta o arquiteto.

Minuciosamente moldado, o vidro assume padrões irregulares, formando uma parede ondulada que reflete a paisagem de maneira muito peculiar. “É como se ele amaciasse as imagens e reflexos, especialmente quando iluminado à noite, conferindo qualidades etéreas ao espaço interno e fundindo-se com o ambiente externo”, descreve Ryan. Todas as chapas, conta o arquiteto, foram feitas a partir de um único molde curvado em ambas as extremidades, tendo sido invertidas e rotacionadas em algumas seções, para se obterem aparentes variações de um formato que se repete.

Inspirada pelas características das folhas, a cobertura simula a copa das árvores

Quando questionado sobre as inovações tecnológicas incorporadas pelo projeto, Ryan deixa claro não ser este o foco da Leaf House. “As inovações são subprodutos do objetivo principal, que é o de se misturar com a natureza, deixar-se inspirar pelos seus mecanismos e empregar métodos mais artesanais e customizados”, afirma o arquiteto.

“No que diz respeito à utilização do vidro, o resultado mais expressivo é a vista de 360o que ele proporciona ao revestir lateralmente toda a construção”, avalia Ryan. “Mas não menos importante passou a ser o efeito propiciado pela curvatura das chapas. Ao usarmos vidros ondulados no lugar de janelas planas, conseguimos acompanhar a fluidez que permeia o projeto e que é a característica mais marcante das formas naturais circundantes. Além disso, evita os reflexos indesejados do vidro plano à noite, produzidos pela luz artificial.”

As chapas de vidro da complexa parede se deformam e contorcem, criando reflexos e curvando-se para se adequar aos contornos do terreno e aos espaços internos da sala. “A parede cria uma espécie de véu suave e sinuoso em torno do espaço, apagando as separações entre os lados interno e externo e contribuindo de forma determinante com o objetivo central do projeto”, diz Ryan. Os cerca de 120 metros quadrados de vidros curvos utilizados no projeto foram processados na China, fornecidos pela Shenzhen Shennanyi Glass.