VANESSA BEECROFT

瓦妮莎比克罗夫特
נסה יקרופט
ヴァネッサ·ビークロフト
바네사 비크로프트
Ванесса Бикрофт

VANESSA BEECROFT 1

source: conceptualit
Vanessa Beecroft (Genova, 25 aprile 1969). La scelta espressiva della Beecroft matura fin da giovanissima e’ stata quella di pensare e realizzare performance, utilizzando il corpo di giovani donne piu o meno nude, questo straordinario materiale umano viene mosso secondo precise coreografie come su una scacchiera invisibile, con opportuni commenti musicali o con lo studiato variare delle luci. Ciascuna delle partecipanti deve attenersi con scrupolo a una serie di precise e inderogabili norme che l’artista impone prima di ciascuna azione, per comporre dei veri e propri “quadri viventi”, esposte in gallerie e musei di arte contemporanea. L’artista pone al centro della propria riflessione i temi dello sguardo, del desiderio e del volubile mondo della moda. Private di ogni possibilita di dialogo o di relazione, esse appaiono congelate al di la di un’invisibile barriera. Al tempo stesso il loro mutismo e il loro totale isolamento producono lo strano effetto di far rimbalzare lo sguardo di chi guarda su se stesso, trovandosi in una situazione di disagio.
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source: ffwcombr
“É arte; é moda. É bem; é mal. É sexista, não é”. O trabalho da italiana Vanessa Beecroft suscita as mais distintas reações, como bem descreveu o site “Design Boom” ao dissertar sobre a performance “VB 43”, exibida por ela em 2000 na Gagosian Gallery, em Londres. Ao adotar o efêmero e não o duradouro, o corpo humano em vez da argila ou do cobre, Beecroft ignorou paradigmas e criou uma obra multidisciplinar que não pode ser rotulada.
Cada projeto desenvolvido por Beecroft traz referências culturais, econômicas e sociais de onde é realizado, mas, apesar de quaisquer características locais, o objetivo primordial de suas performances é o confronto com o espectador. Em geral, a italiana se utiliza de modelos femininas nuas para criar “instalações” humanas de larga-escala que, por sua vez, são filmadas e fotografadas e, posteriormente, exibidas como relatos documentais (ou mesmo obras de arte não convencionais). Desde 1993, Beecroft já produziu mais de 65 apresentações ao redor do mundo e se arrisca também na ilustração e na pintura.
Por se encontrar no limiar da arte – e, para alguns, consistir apenas em um misto de estética e teatro –, o trabalho de Beecroft foi acolhido pela moda e, à parte os editoriais que já inspirou, foi convidada pela Louis Vuitton em outubro de 2005 para produzir uma performance especial para a abertura da loja da marca na Champs-Élysées, em Paris. No entanto, a italiana, nascida em abril de 1969 em Gênova, ingressou na vida acadêmica a partir da arquitetura, cursada no Civico Liceo Artistico Nicolò Barabino. Depois da graduação, ela estudou pintura na Accademia Lingustica Di Belle Arti e, em 1988, partiu para Milão, onde se aprofundou em cenografia na Accademia Di Belle Arti Di Brera.
De acordo com a própria Beecroft, em entrevista concedida a David Shapiro em 2008, a escolha de seu “estilo” artístico veio enquanto estudante por meio da observação de modelos femininas em sala de aula. Para ela, tais mulheres – estáticas – se assemelhavam a imagens sacrossantas e, frustrada em não poder retratá-las fielmente em pintura, decidiu trazê-las em carne e osso como obras de arte. A partir de então, Beecroft leva seu polêmico trabalho a mostras progressistas, como a Bienal de São Paulo, onde a italiana expôs em 2002.
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source: sp-arte
Vanessa Beecroft was born in Genoa (italy) in 1969 and currently resides in Los Angeles.
Her work has shown internationally since 1993, and often presents provocative social commentary and critique. Beecroft is noted for her innovative performances and unconventional approach to the creation of images and communication. In 2011 she presented VB70 performance and VB MARMI (works in marble). The relationship between the transitory nature of the performance – calibratedyet fleeting – and the polished stillness of the sculptures is the common thread that runs through the latest events created by Vanessa Beecroft since 2008.
Among the venues that have presented her work: MMK, Franfurt, Germnay (2010); Mercato Ittico, Naples, Italy (2010); PAC, Milan, Italy (2009); Deitch Gallery, Long Island City, New York, USA (2009); Ace Gallery, Los Angeles, USA (2008); Spasimo Palermo, Italy (2008); Pescheria di Rialto, in Venice, Italy (2007, Venice Biennale); Gana Art Gallery, Seoul, Korea (2007); The National Gallery, London, UK (2006); Espace Louis Vuitton, Paris, France (2006); Neue Nationalgalerie, Berlin, Germany (2005); Kunsthalle Bielefeld, Bielefeld, Germany (2004); TWA Terminal Five, JFK Airport, New York, USA (2004); Castello di Rivoli Museo d’Arte Contemporanea, Turin, Italy (2003); Bienal de São Paulo, São Paulo, Brazil (2002); Peggy Guggenheim Collection, Venice, Italy (2001); Palazzo Ducale, Genoa, Italy (2001); Guggenheim Museum, New York, USA (1998); and P.S.1 Contemporary Art Center, Long Island City, New York, USA (1994).
Her most recent publications are: Vanessa Beecroft, VB65 PAC, (Electa, 2009); Milan, VB62 Spasimo, Palermo (Electa, 2009); Vanessa Beecroft Disegni e Pitture / Drawings and Paintings 1993–2007 (Electa, 2007); Vanessa Beecroft Retrospective (Gana Art Gallery, 2007); Vanessa Beecroft VB53 (Charta, 2005); Vanessa Beecroft: Photographs, Films, Drawings (Hatje Cantz, 2004); and Vanessa Beecroft Performances 1993–2003 (Skira, 2003); VB08–36 Vanessa Beecroft Performances (Hatje Cantz, 2000).
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source: pulled-upit
Le numerose gallerie e i musei di arte contemporanea che ospitano le performance di Vanessa Beecroft ospitano coreografie fatte di corpi che si muovono tra luci, suoni, sculture. Le opere sono tele in movimento che si sviluppano lentamente; pittura e scultura si mescolano in enormi “quadri viventi” sintesi di premeditazione e studio; ma non tutto appare prevedibile, vi è sempre comunque in ogni performance, una componente aleatoria inevitabile che crea l’imprevisto.
Nelle esibizioni i corpi stanchi finiscono per sdraiarsi e sedersi, il tempo è l’attore sovversivo, protagonista assoluto che trasforma i corpi nudi in icone. Le performance, eternizzate da foto e video, vivono in una continua evoluzione, vedono la loro completezza nell’integrazione con la dimensione ambientale e con un’altra dimensione più intima e psicologica che coinvolge lo spettatore.
Le opere sviluppate quasi sempre con l’utilizzo di corpi femminili pongono al centro della riflessione le tematiche dello sguardo, del desiderio e del cangiante mondo della moda. La quasi totale assenza di mobilità e interazione di queste “sculture umane” pongono lo spettatore in uno stato di autoriflessione. La performance non è che uno specchio nel quale rivedersi e magari non ritrovarsi. Così i corpi di donne spersonalizzati, scelti accuratamente secondo alcuni parametri, inseguono un modello di omogeneità e uniformità e paiono riacquistare la loro corporeità solo durante i movimenti indicati dall’artista durante lo svolgimento.
Vanessa Beecroft è considerata una delle artiste più innovative e accreditate nel panorama contemporaneo internazionale. E’ possibile al momento assistere ad una sua mostra presso la Galleria Lia Rumma di Napoli; al centro di questa esposizione vi sono tre sculture inedite e le videoproiezioni di VB66 e VB67, realizzate dall’artista nel 2010 rispettivamente al Mercato Ittico di Napoli e agli Studi Nicoli di Carrara, e i lavori fotografici, di grande dimensione, tratti dalla prima performance (VB66).
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source: lindsayribeiroblogspot
“Ninguém atua, nada acontece; nem ninguém começa ou acaba nada.”*
Performances ou ‘esculturas vivas’ como as da dupla inglesa Gilbert & George. Com uma moderna forma de retrato, Vanessa Beecroft “pinta” retratos com garotas e mulheres vivas que ocupam uma sala durante certo tempo. São vestidas de maneira escassa e nunca entram em contato com os espectadores, mal se movem e parecem mais estar à espera de algo, resultando uma atmosfera fria e lúgubre.
“Estou interessada na interrelação entre o fato de os modelos serem mulhres de carne e osso e a sua função como obra de arte ou imagem”.
Em 1994, na College Gallery, Beecroft apresentou 30 jovens numa sala a que o público não tinha acesso, somente era visível através de uma janela retangular. O título deste trabalho tinha ressonâncias evidentes: A Blonde Dream (um sonho louro), uma alusão ao lugar-comum da “Beleza Ariana” propagado durante o III Reich.
Repetidamente, Beecroft coloca modelos, atrizes, ou mesmo mulheres comuns encontradas por acaso na rua, em espaços visuais definidos com precisão, aludindo neste processo a uma série de códigos culturais, desde o cinema à moda, passando pela literatura e pela arte.
Estes trabalhos foram complementados por desenhos de cabeças enigmáticas de mulheres como Lotte de 1994, com sua longa cabeleira ruiva. Os livros também se encontram como meio. Ela começou cedo a registrar importantes aspectos da sua atividade estética numa espécie de diário denominado Despair (desespero) de 1985-93, onde descrevia seus hábitos alimentares e fazia confissões íntimas.
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source: kaitlynongiewordpress
Vanessa Beecroft (Genoa, Italy, 1969) is an Italian contemporary artist living in New York. Beecroft uses a unique, personal, artistic language. Her work is a complex fusion of conceptual issues and aesthetic concerns, focusing on large-scale performance art, usually involving live female models (often nude).
At her performances, video recordings and photographs are made, to be exhibited as documentation of the performances, but also as separate works of art. The work and her conceptual approach is neither performance nor documentary, but something in between, and closer to Renaissance painting. She sets up a structure for the participants in her live events to create their own ephemeral composition. The performances are existential encounters between models and audience, their shame and their expectations. Each performance is made for a specific location and often references the political, historical, or social associations of the place where it is held.
Beecroft’s first exhibition was VB01, in Milan, 1993, in which she presented a series of drawings along with the past eight years of her Food Diary. The following year she exhibited in New York for her first time, at the Andrea Rosen Gallery in New York. Later in 1994, VB08 took place at P.S.1 in Long Island City, NY. More recently, in VB39, 1999 and in VB42, 2000 the artist explored the possibilities of fully male performances with the U.S. Navy in San Diego, CA and with the U.S. Silent Service at the Intrepid in New York, respectively.
Beecroft’s performances have taken place at many notable art institutions: VB28 at the Venice Biennale in 1997; VB35 at the Solomon R. Guggenheim Museum, New York in 1998; VB40 at the MCA, Sydney, Australia in 1999; VB43 at the Gagosian Gallery in London in 2000; VB45 at the Vienna Kunsthalle in 2001; VB50 at the Sao Paulo Bienal, Brazil in 2002; VB52, part of a retrospective show, at the Castello di Rivoli in 2003; VB54 at Terminal 5 of JFK Airport New York in 2004, a performance banned by the authorities. VB55, a recent example, featured one hundred women standing still in Berlin’s Neue Nationalgalerie for three hours, each woman oiled from the waist up and wearing nothing but a pair of pantyhose. It was staged in April 2005. In October 2005, Beecroft staged a performance on the occasion of the opening of the Louis Vuitton store on the Champs-Elysees in Paris. For the same event, Beecroft placed models on the shelves next to Louis Vuitton bags.
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source: geifcoorg
Vanessa Beecroft (Génova, 1969) es especialmente conocida en el actual panorama del arte contemporáneo por sus originales performances, como es bien sabido una manera de expresión artística de vanguardia que pusieron en circulación los futuristas italianos a principios de 1910, pero que en realidad hunde sus raíces en Occidente en los dramas de la Pasión medievales y en determinados espectáculos del Renacimiento. A diferencia del teatro, generalmente el intérprete en la «performance» es el propio artista y el contenido en raras ocasiones sigue un argumento tradicional. Desde la representación de gestos íntimos hasta concebir una especie de teatro visual a gran escala, la performance puede durar desde unos pocos minutos a varias horas, suele carecer de guión preparado y lo mismo interviene el azar que se hacen ensayos previos. La exhibición de Málaga consiste precisamente en mostrar material fotográfico y de vídeo de una performance ideada por Beecroft, realizada en junio de 2004, con un grupo de 21 mujeres, sobre un montículo de tierra en el Tepidarium de Roster, un invernadero de cristal que reproduce a una escala mucho menor la misma estructura del Cristal Palace de Joseph Paxton y que forma parte del Giardino dell’Orticultura de Florencia.
Las 21 modelos desnudas, situadas de pie sobre el montículo, acaban, por cansancio, sentándose en la tierra, manchándose de ella y pareciendo ser frutos o tubérculos que de ella nacieran. Era como si esas mujeres hubiesen sido plantadas en la tierra delante de los espectadores. Ellas están ajenas al público que las contempla, con la mirada perdida, pero tampoco sin mantener contacto o comunicación entre sí. El significado concreto de esta performance está relacionado con una reinterpretación de la pintura clásica europea del Renacimiento y del Barroco, habiendo dicho la misma Vanessa Beecroft que hace pinturas que se desarrollan muy lentamente en el tiempo. El tema iconográfico elegido en esta ocasión es el de María Magdalena, según La leyenda dorada de Santiago de la Vorágine una mujer que era hermana de Marta y de Lázaro, el que resucitó Jesús, y que, una vez muertos sus padres, heredó una importante posesión, el castillo de Magdalo, lugar al que debe el nombre por el que es universalmente conocida, entregándose a una vida de disipación y de placer hasta conocer la predicación del Nazareno. Por eso representa Beecroft completamente desnudas a sus modelos, porque están aludiendo a la carne real, tan importante en esa vida primera de María Magdalena. Al mismo tiempo hay múltiples vínculos con uno de los temas iconográficos más ricos de la historia de la plástica occidental, aunque el referente que parece haberse tenido más en cuenta es la Magdalena orante, completamente cubierta con su larga cabellera, que esculpió Donatello hacia 1455 y que se conserva en el Museo de la Opera del Duomo de Florencia. De ahí las largas pelucas y los largos cabellos que envuelven a estas mujeres que parecen brotar impávidas y ajenas de las entrañas de la tierra.
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source: avionegloos
비크로프트는 69년 이탈리아 제노아에서 태어나 뉴욕에 사는 작가다. “당대의 행위 예술가 중 가장 유명한 사람이라고 할 수 있으며, 작품성과 대중성을 함께 가졌다”고 미술평론가 임근준(36)씨는 말했다. 평단 안팎에 격렬한 논쟁을 일으켜왔고, 동시에 부자 컬렉터들에게 인기있다는 얘기다.
그녀의 퍼포먼스는 시종 골격이 똑같다. 모델 수십~100명을 관객 앞에 장시간 우두커니 세워놓고 자세와 대오가 서서히 흐트러지게 만든다. 딱 두 차례 미국 해군 남자병사들을 쓴 걸 빼면, 전부 여자 모델을 썼다. 서울에선 옷 입은 모델을 썼지만, 베를린·LA·제노아 등에선 모델을 홀딱 벗겼다.
논쟁이 불거져 나오는 지점이 바로 여기다. 유럽과 미국 평론가들은 “나체의 미녀들이 흐트러지는 과정을 통해, 여체를 성적 욕망의 대상에서 ‘몸’ 그 자체로 승화시킨 페미니즘 미술”이라는 진영과 “지식인용 고급 포르노에 불과하다”는 진영으로 갈려 싸우고 있다. 작가 본인은 옵서버지(신문지)와의 인터뷰에서 자기 작품은 “수치·자기혐오·불안 등 내 마음 속에 추한 정경을 투영한 자화상일 뿐”이라고 말했다.
비크로프트는 영국인 아버지와 이탈리아인 어머니 사이에서 태어났다. 3세 때 양친이 결별한 뒤 줄곧 어머니 밑에서 자랐다. 신실한 가톨릭 신자들로 꽉 찬 이탈리아의 소도시에서 ‘무신론자·급진좌파·싱글맘(single mom)’인 비크로프트의 어머니는 거의 외국인 취급을 받았다고 한다. 비크로프트는 살찔까봐 두려워서 14세 때부터 10년간 자기가 먹은 모든 음식을 일기장에 강박증 환자처럼 기록했다.
93년 밀라노에서 선보인 첫 퍼포먼스 ‘VB1’은 일종의 고백이었다. 그녀는 화랑 복판에 일기장을 놓고, 미대 동창 30명에게 자기 옷을 입혀서 일기장 주위를 느릿느릿 돌게 했다. 초기 작업을 찍은 사진으로 그녀는 세계적인 화상(畵商) 제프리 디치 눈에 띄어 뉴욕에 입성했고, 29세에 뉴욕 구겐하임 미술관에서 개인전을 열었다. 28일~다음달 25일까지 서울 평창동 가나아트센터에서 열리는 ‘바네사 비크로프트’ 회고전은 유럽 평론가들의 논쟁에 우리 미술팬들도 한번 끼어들어볼 좋은 기회다. 과거의 퍼포먼스를 찍은 사진 40여 점이 걸린다. 과연 페미니즘일까, 포르노일까?
여성의 몸을 사진과 영상으로 기록해 전시하는 세계적인 퍼포먼스 작가 바네사 비크로프트(38). 전위적이면서도 선정적인 작업도 그렇지만 유명 디자이너의 의상과 구두 등을 착용하고 나와 미술과 상업의 경계에 대한 논의를 촉발시키곤 한다.
사진과 영상으로만 접할 수 있던 그의 퍼포먼스가 지난 26일 우리나라에서 최초로 열렸다. 신세계백화점 본점이 재개관을 기념해 열린 비크로프트의 퍼포먼스는 통산 60번째. 이름 앞글자를 따서 VB34, VB50 등 일련 번호를 매겨 진행되는 그의 퍼포먼스는 대개 30여명의 나체 여성 모델을 일정한 대형에 따라 세워놓고, 이들에게 획일화된 소품을 걸치고 머리스타일을 하도록 한다. 무표정하게 서있던 모델들은 시간의 흐름에 따라 피로를 느끼면서 앉거나 눕는 등 흐트러진 모습을 보이게 되는데 작가가 주목하는 지점은 바로 여기다.
‘포르노가 아니냐’ ‘인간학대가 아니냐’ ‘여성의 몸을 상품화한다’는 비난도 받지만 작가는 몸을 통해 여성의 정체성에 대해 묻는 작업이라고 말한다. 화장과 의상 등에 의해 ‘꾸며진 몸’에서 모델들이 육체적 고통에 반응하는 자연인이 되는 순간을 포착했다는 설명이다.
26일 열린 퍼포먼스에서는 한국 정서를 고려한 백화점측의 요구로 모델들이 살구색 타이츠를 입고 일부는 그 위에 마틴 마르지엘라가 디자인한 빨간 망토를 둘렀다.
이들에게 내려진 지침은 크게 세 가지. ‘소곤거리지 말 것, 가능한 한 몸을 똑바로 펼 것, 피곤하다고 한꺼번에 주저앉지 말 것’. 이질적인 요소들로 가득한 퍼포먼스의 순간순간을 기록한 사진들은 에로틱하면서도 초현실적이다.
여성모델의 노출과 더불어 그의 작업이 화제로 오르내리는 가장 큰 이유는 막대한 자본이 없이는 불가능한 프로젝트라는 점 때문이다. 마틴 마르지엘라, 알베르타 페레티, 이브 생 로랑, 마놀로 블라닉 등 세계 유명 디자이너들의 의상과 액세서리를 사용하고 런던 내셔널 갤러리, 이탈리아 베네치아 두칼레궁, 미국 뉴욕 구겐하임미술관, 뉴욕 JFK공항 등 유명 장소에서 퍼포먼스를 펼쳤다.
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source: svpressaru
Известная своими пеформансами с участием обнаженных девушек итальянская художница Ванесса Бикрофт недавно представила свое очередное творение. Пеформанс прошел в зале Музея современного искусства города Франкфурт-на-Майне, где 20 обнаженных и полуобнаженных женщин, которые часами стоят неподвижно на высоких каблуках с ярко подведенными глазами, устремленными в пустоту. Автор необычной инсталляции – проживающая в Лос-Анжделесе итальянская художница Ванесса Бикрофт (Vanessa Beecroft). Она получила широкую известность в середине 90-х годов благодаря своим перформансам и инсталляциям, главным элементом которых являются обнаженные статисты, в основном женщины. Творчество художницы вызывает неоднозначную реакцию: в частности, многие феминистки обвиняют Бикрофт в порнографии. В музеях живые картины или живые скульптуры Бикрофт выставляются достаточно редко. В сообщении Музея современного искусства во Франкфурте отмечается, что инсталляция Бикрофт призвана показать одновременно силу человеческого тела и его хрупкость. Она была выставлена в рамках выставки Not in Fashion.
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source: windshoeskhankr
바네사 비크로프트(Vanessa Beecroft)는 지난 2004년 9월 천안에 있는 아라리오 갤러리에서 <그녀의 몸들 : 신디 셔먼 Vs 바네사 비크로프트> 전과 2007년 2월 가나아트센터에서 열렸던 바네사 비크로프트 레트로스펙티브(Retrospective)전, 전시회 며칠 전에는 신세계백화점 본점에서 퍼포먼스를 했다. 그럼에도 불구하고 국내의 일반 대중에게 바네사 비크로프트는 그다지 낯익은 예술가는 아니다.
1969년 이탈라이 제노바에서 영국인 아버지와 이탈리아인 어머니 사이에서 태어난 그녀는 3살 때 부모가 이혼한 뒤로는 어머니와 함께 살았다. 일찌기 페데리코 펠리니가 그러했던 것처럼 그녀 역시 이탈리아 소도시의 가톨릭적인 엄격한 분위기 속에서 스스로를 이방인처럼 여기며 살았다. 이와 같은 성장 배경은 그녀의 작품 제작의 밑바탕에서 전반적으로 느낄 수 있는 소외의 감정과도 무관하지 않다는 느낌이다.
실제로 G8 정상회담이 이탈리아 제노바에서 진행되는 동안 제노바를 방문한 비크로프트에 대해 지역언론들은 자기 지역 출신의 예술가인 바네사 비크포로트를 극진히 환대하며 ‘귀향’이라는 찬사를 아끼지 않았는데, 비크로프트 자신은 도리어 이런 표현들에 대해 거부감을 느껴 흑인들을 모델로 선택해 퍼포먼스를 진행했다. 이것은 그녀 자신이 제노바에서 이방인처럼 스스로를 느꼈던 탓도 있지만 당시 이탈리아의 사회 문제가 되었던 아프리카 이민자들의 차별 문제에 대한 항의의 뜻도 함께 담고 있었다. 남성 중심의 정상회담 장소였던 이탈리아 제노바의 듀칼레 궁전에서 성기만을 아슬아슬하게 가린 흑인 여성들이 등장한 (2001) 퍼포먼스는 분명히 파격적이었을 것이다.
1993년 이탈리아 밀라노에서 선보인 첫 퍼포먼스 는 바네사 비크로프트 본인의 이름 이니셜을 딴 것이다. 비록 본인의 이름이긴 하지만 신디 셔먼의 ‘무제(untitled)’시리즈처럼 현대문명의 익명성에 도전한다는 점에서 역설적인 작명법이기도 하다. 속옷 차림의 여성들은 퍼포먼스 중에 조용히 포즈를 취하고 있을 뿐 거의 움직이지 않는다. 노출된 여성들의 몸은 구경꾼들의 눈요기 대상이지만 그들을 훔쳐보는 관음증적인 시선 자체도 바네사 비크로프트의 퍼포먼스에서는 의도된, 의도되지 않은 예술 행위의 일부이다.
첫 번째 전시회 이후 뉴욕으로 건너간 그녀는 여성의 나체와 음식, 속옷 등을 퍼포먼스의 주된 소재로 사용하고 있는데, 일견 헬무트 뉴턴의 작업들과 흡사한 인상을 받기도 한다. 여성의 나체를 이용한 퍼포먼스 아트에 대해 대개의 평단의 평가는 대체로 두 가지 중 하나일 때가 많은데, 하나는 여성의 신체를 성적 욕망의 대상에서 ‘몸’으로 승화시킨 페미니즘 예술이라는 평과 단순히 지식인용 고급 포르노에 불과하다는 평이 그것이다. 어떻게 보느냐는 것은 각자의 평가에 맡길 일이다.
실제로 거식증에 시달렸던 바네사 비크로프트의 개인적인 체험이 녹아있는 퍼포먼스였다. 바네사 비크로프트의 퍼포먼스에 참가하는 모델들은 대부분은 자원봉사자들로 구성되는 편인데, 비크로프트는 이 때 자신의 친구들을 비롯해 예술대학의 학생들, 거리에서 캐스팅한 여성들이다. 퍼포먼스에는 32명의 모델들이 자원해서 참가했는데, 옷을 입은 나이든 여성부터 옷을 거의 입지 않은 젊은 여성들은 투명한 테이블 위로 베이지색 양복을 입은 남성들이 제공하는 초록색, 빨간색, 오렌지 색 등 음식을 받는다. 무려 5시간에 걸쳐 진행된 이벤트 동안 여성 모델들은 음식을 먹을지 먹지 않을지 스스로 선택하고 결정하여 행동했다.
‘여성의 몸은 전쟁터’라고 선포했던 바바라 크루거 이후 음식은 신체에 에너지를 공급하고, 신체를 유지할 수 있는 것이 아니라 몸을 아름답게 꾸미는 물질로 전환되었다. 사람들은 매일 운동을 하고, 음식물을 조절하면서 아름다와야 한다는 강박관념을 표출한다. 그 때문인지 몰라도 한국을 방문했던 바네사 비크로프트는 매우 날씬하고 아름다운 몸매의 소유자였다. 어쨌거나 날씬하고 아름다워야만 대접받는 사회 분위기 속에서 여성들은 먹는다는 가장 기본적인 욕구로부터 자유롭지 못하다. 여자는 꾸며야 한다가 아니라 꾸며야 여자가 되는, 아름답지 않은 여자는 거리에 나오지도 말라는 거대한 강박 속에 여성의 신체는 전쟁터이자 동시에 가장 매력적인 상품이다.
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source: ayanamireiblogso-netnejp
ヴァネッサ・ビークロフト(Vanessa Beecroft)は
イタリア出身でロサンジェルス在住の
アーティスト。
彼女の作品はコンセプチュアルな要素をもち、
特に女性をモチーフにした大規模な
パフォーマンス作品の作家として有名。


この作家を知ったのは、あるファッション雑誌からです。
ルイ・ヴィトン(Louis Vuitton)の広告などでも起用されており有名なアーティストですが、興味を持って作品集を買いました。
衣服を纏わぬ女性たちが、同じヘアスタイル、同じ靴を履いて、舞台セット上で整列、そのまま静止し続けるパフォーマンスをあちこちで展開。
実際にそのパフォーマンスを見たことはありませんが、作品集の写真からでもその雰囲気は伝わります。
なお、ルイ・ヴィトンが2005年にビークロフトとコラボレートした、裸の女性を並べて描いたアルファベットのシリーズが問題になったようで、ヴィトンは、コラボレートしていたアーティストのヴァネッサ・ビークロフトが、オランダ人グラフィック・デザイナー、アントン・ベイク(Anthon Beeke)氏の作品の著作権を侵害していたとして遺憾の意を表明した。
この作品が、ベイク氏が1970年に発表した「ネイキッド・レディース・アルファベット(Naked Ladies Alphabet)」と酷似しているとの指摘があったとのことです。。
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source: namitru
“В описании перформансов Бикрофт чаще всего мы встречаем эпитеты: “искусство”, “мода”, “гениальное”, “ужасное”, “провокационное”, “тревожащее”. В своих работах художница выстраивает многофигурные композиции из женских тел (как правило, обнаженных), в которых за эстетически прекрасными образами скрыто глубокое и провокационное послание”, – говорит куратор проекта Анна Намит, глава и основатель Art Banking Club.
Выставлять в лучших музеях и галереях мира “живые картины” или “живую скульптуру” из обнаженных, полуобнаженных или одетых моделей разного, но чаще всего женского пола, разного, но чаще всего юного возраста Ванесса Бикрофт начала примерно десять лет назад. Называют эти шоу предельно просто: инициалы художницы VB (Vanessa Beecroft) плюс порядковый номер.
Концептуальный подход Бикрофт не является по сути ни перформансом, ни документацией, а чем-то между ними, относящиеся ближе к живописи эпохи Возрождения. Бикрофт устанавливает структуру для участников ее живых перформансов, создавая их собственную эфемерную композицию. В ее ранних работах, – спектакль экзистенциальной встречи между моделями и зрителями, их позором, и их ожиданием. Каждый спектакль делается для конкретного места и часто ссылается на политические, исторические, общественные объединения или на место, где оно проводится. Работы обманчиво просты в исполнении, провоцирующие вопросы вокруг личности, политики и вуайеризма в сложных взаимоотношениях между зрителем, моделью и контекстом. В более поздних работах Бикрофт – театральный подход, в котором она чаще использует одежду, а не наготу, так же в работах можно даже увидеть еду, а в некоторых проектах мужчин в военной форме. Во время ее перформансов, производятся видео и фото записи для того, чтобы выставлять их как отдельное произведение искусства, как документацию о перформансах.
Ванесса Бикрофт, родившаяся в Италии, и проживающая в Нью-Йорке, завоевала международную репутацию самого передового молодого художника. Ее работы украшали главные музеи и выставки мира: на Венецианской Биеннале в 1997 году, в Музее Соломона Р.Гуггенхайма в Нью-Йорке и в Moderna Museet в Стокгольме в 1998 году, в Музее современного искусства в Сиднее и в Музее Современного Искусства в Сан-Диего, в Центре искусства Spiral Wacoal в Токио в 1999 году, на Биеннале Уитни в Музее американского искусства в Нью-Йорке в 2000 году, на Kunsthalle Wien в 2001 году.