YANG FUDONG

The Revival of the Snake

source: encafa

Close to the Sea •The Revival of the Snake – YANG Fudong Solo Exhibition is his first Beijing solo show and the premiere of his works in China. It is on view from from 12th May through to 15th June 2012 in ShanghART Beijing and ARTMIA Gallery. Close to the Sea (2004)

In this ten-channel video installation, a concert is being staged at the seaside. Accompanied by various musical instruments, the love story of a young couple is unfolded on the same location. The videos set on the centre, display two scenarios taking place simultaneously: one shows a young couple riding a horse along the sea and the other a pair of lovers struggling for survival after a shipping accident. The other eight screens deliver at the same time the performance of diverse musical instruments, a trumpet and a cello played on the rocks, for example. The background music, which is hallucinatory, dreamlike and even uncoordinated, reflects the conflicts between ideals and reality. The young lovers, despite the threat of death, continue with their discussion of ideal, faith and anticipation.

The Revival of the Snake (2005)

This work tells the end of the story of a soldier going into exile. On a sunny winter’s day, the icy ground is stared with snow and life seems as peaceful as the weather. A soldier, escaping from a battlefield, comes to this deserted place which is plagued with the smell of death, He is wandering, attempting to leave this uninhabited world. The only option left to him, however, is walking, ceaselessly and endlessly. What is waiting for him? A hibernating snake is startled awake from its nice dream and then sees a human, eyes blindfolded and hands bound at his back, kneeling on the freezing ice-covered lake. Who is sentenced to death by the sound of gunshots reverberating around the mountains?
.
.
.
.
.
.
.
.
source: mariangoodman

(b. 1971, Beijing. Lives and works in Shanghai, China.)

Yang Fudong graduated from the China Academy of Fine Art, Hangzhou. Yang has had solo exhibitions in institutions such as the Kunsthalle Zurich, Switzerland (2013), Parasol Unit, London (2011), the National Museum of Contemporary Art, Athens (2010), the Asia Society, New York (2009), Kunsthalle Wien, Vienna (2005) and the Renaissance Society, Chicago (2004). He has participated in numerous international group exhibitions including the Venice Biennale in 2003 and 2007. He also exhibited at Documenta XI (2002), the Shanghai Biennale (2002), the Carnegie International, (2005), and the Asia Pacific Triennial (2006).
.
.
.
.
.
.
.
.
.
source: biennaledelyon

Né en 1971 à Pékin (Chine)
Vit et travaille à Shanghai (Chine)

Les films de Yang Fudong révèlent les profondes modifications des valeurs de la culture contemporaine provoquées par la modernisation galopante de la Chine. Dotés d’une beauté classique et intemporelle, les récits visuels de Yan Fudong équilibrent très finement cette dichotomie en étudiant la formation de l’identité à travers le mythe, la mémoire et l’expérience personnelle.
.
.
.
.
.
.
.
source: laguiago

Yang Fudong está considerado uno de los artistas chinos más importantes en la actualidad. Su obra se muestra asiduamente en los más prestigiosos museos y galerías de Europa, Asia y Estados Unidos. Ha participado en la XI Documenta de Kassel de 2002, en las Bienales de Venecia de 2003 y 2007, en la de Shanghai de 2004 y en la de Moscú de 2005. Yang Fudong nació en Beijing, y es uno de los más importantes exponentes de la Generación Post-Tiananmen dentro del arte contemporáneo chino. Comenzó su carrera en 1991, cuando ingresó en el departamento de Pintura de la Academia Nacional de Bellas Artes de China (Hangzhou). Fue en este lugar donde comenzó a tener contacto con los nuevos medios artísticos, y en especial con la fotografía.Las obras que ahora se presentan son inéditas en nuestro país, salvo Liu Lan que se expuso en Casa Asia, dentro de una muestra colectiva de videoarte chino (Off Loop, 2004, Barcelona). Haciendo uso de elementos muy locales, construye su discurso narrativo a partir de ciertos elementos constantes, como la belleza de la imagen, la evocación del silencio, el tratamiento psicológico de los temas y las reflexiones filosóficas relativas a la existencia del hombre. La utilización del blanco y negro en sus obras (No snow on the Broken Bridge y Liu Lan) no sólo remite a la tradición cinematográfica sino a su propia tradición pictórica, en la que el trazo negro coloreaba las composiciones, mientras que el ritmo sincopado de las imágenes da lugar a una lectura visual sutil, pausada, cargada de referentes, que en su propia deconstrucción crean nuevos conceptos creativos. Junto a estas miradas que acercan al espectador a su tradición, Yang Fudong crea argumentos visuales (Jiaer´s Livestock, City Ligths) más próximos al lenguaje sincopado del vídeo. El color, la vida urbana, el ruido y el desasosiego parece que se alían en historias breves e intensas, que forman parte igualmente de sus paisajes interiores. En todos ellos existe una profunda preocupación sobre la situación del artista, del intelectual, de su relación con el paisaje exterior y su reflejo interior; la identidad del individuo más allá de un sistema cultural que le ha marginado y en el que ha de redefinir su posición. Las propuestas que Yang Fudong sugiere en sus obras no son de carácter local ni global, son una apuesta por una búsqueda de miradas sin límites ni fronteras, de estéticas cruzadas.
.
.
.
.
.
.
.
source: antropologiadasformasdramticas

Nasceu em Pequim, em 1971 graduando-se em pintura pela Academia de Belas Artes de Hangzhou – atualmente reconhecida como uma das melhores escolas do país em tecnologia multimídia. Cineasta autodidata, hoje mora em Xangai. Rodou seu primeiro filme intitulado ‘Paraíso Alienado’ em 1997. A obra que será analisada neste trabalho ‘Sete Intelectuais na Floresta de Bambu’ foi concluída em 2007, sendo apresentada na Bienal de Veneza neste mesmo ano.
.
.
.
.
.
.
.
source: visuartcomunicacao

Yang Fudong, nasceu em Beijing, em 1971, e formou-se pela Academia de Belas Artes de Hangzhou, cursando o Departamento de Pintura. Ele vive e trabalha em Shanghai e seus trabalhos começam a ganhar destaque a partir de 1999, quando rapidamente alcançaram o cenário internacional. Em 2003, Yang apresenta na 50ª Bienal de Veneza, a primeira parte de “Sete intelectuais na floresta de bambu”. A mostra em São Paulo é apenas a segunda ocasião em que esta obra é exibida por inteiro, e quem se interessa por arte contemporânea em geral, e em particular pela arte contemporânea chinesa, não deve perder a oportunidade de assitir, pelo menos, ao primeiro filme.

“Sete intelectuais na Floresta de Bambu” é um série de cinco filmes, todos em preto e branco, rodados em 35mm (na mostra do Paço eles foram transferidos para DVD), com durações distintas. São cinco partes que formam um todo, mas podem ser vistas também separadamente, pois Yang não é um diretor de filmes tradicionais apenas com apelo comercial, mas um artista que usa filmes, assim como fotos, vídeos e outros meios de expressão, para mostrar sua arte.

O nome da obra vem de “Sete sábios na Floresta de Bambu”, uma série de relatos (não escritos) pertencente ao imaginário chinês desde os meados do século III, quando do turbulento período de transição entre a Dinastia Wei e a Primeira Dinastia Jin. O relato conta sobre ‘sete sábios’ que se refugiam em uma floresta, onde praticam o Qingtan (que usualmente é traduzido de forma livre por “pura conversação”), movimento associado ao Taoismo naquele momento.

Partindo deste ponto, seu trabalho discorre e discute os dilemas vividos na China de hoje, por todos aqueles que ele chama de ‘intelectuais’, mas que aqui deve ser entendido num aspecto mais amplo. Trata-se de todo aquele que tendo uma educação mais ampla e aberta, se vê envolto numa situação de rápida transformação do país, e precisa constantemente rever suas relações com a sociedade, com a história, com a natureza, e com seus desejos e ideais.

Mas o cinema de Yang não é um cinema de palavras; Yang filma como se pintasse, ou melhor, como se fizesse uma colagem de temporalidades distintas. Tradições, passado mais recente, presente, dialogam entre si, mas também com o cinema, que se faz e se fez no Ocidente, principalmente o importante cinema francês da década dos anos sessenta. Da mesma forma ele se referencia em alguns cineastas chineses das décadas dos anos trinta e quarenta. (Yang mesmo cita, em um artigo escrito para a revista Art Forum, os filmes Street Angel, Malu tianshi, de Yuan Muzi e Spring in a Small Town, de Fei Mu).
.
.
.
.
.
.
.
source: kunsthallezurich

Yang Fudong (geboren 1971 in Beijing, lebt und arbeitet in Shanghai) ist einer der bedeutendsten Vertreter der zeitgenössischen chinesischen Kunstszene und Independent-Film-Bewegung. Seine Filme und Installationen sind Bricolage-Arbeiten: in ihrem atemporalen, traumartigen Charakter, den langen, unterbrochenen Sequenzen, den sich verästelnden Geschichten, aber auch in den vielfältigen Verknüpfungen und Handlungsverläufen spiegeln sich die idealistischen und ideologischen Rätsel, vor die sich eine neue Generation gestellt sieht. Gleichzeitig thematisieren die Arbeiten die Ideale und Ängste einer Jugend, die darum kämpft, ihren Platz innerhalb der sich rasant verändernden Gesellschaft des heutigen China
zu finden.